Pregador é Preso na Inglaterra por Declarar que a Conduta Homossexual é Pecado

Outro pregador de rua na Inglaterra foi preso simplesmente por proclamar ensinos cristãos que mostram que a conduta homossexual é pecado. Dale Mcalpine diz que estava distribuindo folhetos na cidade de Workington em 20 de abril, quando foi abordado por transeuntes e um agente policial de apoio de comunidade (APAC) que se identificou como homossexual.
No andamento da conversa Mcalpine, de 42 anos, lhes disse que tem a convicção de que a homossexualidade é pecado porque é contrária à Palavra de Deus na Bíblia. O jornal Daily Mail noticiou que a polícia disse que ele havia dito isso em “voz alta” que poderia ser causalmente ouvido por outros.
Mcalpine foi então preso, acusado de usar palavras abusivas e insultantes ou conduta contrária à Lei de Ordem Pública de 1986, ficando numa cela durante 7 horas. Ele está sendo auxiliado pelo Instituto Cristão, e diz que estará defendendo sua inocência diante das acusações.

A prisão de Mcalpine marca a segunda vez em apenas um mês em que um cristão foi preso na Inglaterra por fazer nada mais do que pregar a ética sexual cristã. No começo de abril LifeSiteNews.com (LSN) noticiou sobre o caso de Shaw Holes, um americano que foi preso em Glasgow, enquanto estava numa turnê de pregações com um grupo de colegas britânicos e americanos, depois que disse a um grupo de transeuntes, em resposta a uma pergunta direta sobre a questão, que a conduta homossexual é pecado.

O colunista Peter Hitchens escreveu que esse incidente é só mais um sinal da “revolução” que ocorreu na Inglaterra. “A Lei de Ordem Pública de 1986 não tinha a intenção de permitir a prisão de pregadores cristãos em cidades inglesas por fazerem citações da Bíblia. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Parcerias Civis de 2004 não tinha a intenção de forçar funcionários públicos a aprovar a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Crimes Sexuais de 1967 não tinha a intenção de levar a um estado de coisas onde é cada vez mais perigoso dizer qualquer crítica sobre a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção”.
O caso Mcalpine mostra que a Inglaterra desceu longe no abismo, disse Hitchens: “Ações pequenas e inofensivas, oferecimentos de oração, o uso de crucifixos, solicitações para se isentar de deveres, são encarados com ira e ameaças oficiais de demissão, de forma exagerada. Até quando antes que os cristãos sejam vítimas de chantagem de colegas de trabalho porque ousaram dizer publicamente suas opiniões ilegais?”

Fonte
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/04/pregador-americano-e-preso-na.html

O Ministério Apostólico 10/10

Por Caramuru A. Francisco

Os “apóstolos pós-modernos” assim se consideram diante dos demais homens? Será por isso que se intitulam “apóstolos”? Não, não e não! Como assinala, em texto muito feliz, o pastor Ricardo Gondim, “…O que preocupa nos apóstolos pós-modernos é ainda mais grave. Tem a ver com a nossa natureza que cobiça o poder, que se encanta com títulos e que fez do sucesso uma filosofia ministerial. Há uma corrida frenética acontecendo nas igrejas de quem é o maior, quem está na vanguarda da revelação do Espírito Santo e quem ostenta a unção mais eficaz. Tanto que os que se afoitam ao título de apóstolo são os líderes de ministérios de grande visibilidade e que conseguem mobilizar enormes multidões. Possuem um perfil carismático, sabem lidar com massas e, infelizmente, são ricos.” (Não quero ser apóstolo. Disponível em: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=1065 Acesso em 06 fev. 2010).

Esta motivação dos “apóstolos do século XXI” faz com que se tenha a negação completa do que vimos até aqui a respeito do apostolado. Ainda que se entendesse que o ministério apostólico continuasse nos dias hodiernos, uma tal motivação não encontraria guarida na Bíblia para que reconhecêssemos como legítimos apóstolos homens que buscam poder, que se dizem superiores aos demais crentes.

Aos doze, Jesus disse que o apostolado os tornava servos de todos os demais, não o maior dentre os crentes; aos doze, Jesus disse que tinham de ser testemunhas das Escrituras, não os portadores de “novas mensagens”, de “novas revelações”; aos doze, Jesus disse que deveriam ser “revestidos de poder”, do mesmo Espírito Santo que Ele havia assoprado sobre eles (Jo.20:22) e que serviria para glorificar o Filho (Jo.1¨6:13,14) e não “uma nova unção”, que nos distancia da simplicidade que há em Cristo, exatamente o que o “pai espiritual” deve impedir que aconteça (II Co.11:3,4; Gl.1:8,9).

Ademais, nestes “apóstolos do século XXI” não vemos os sinais que caracterizavam o apostolado de Paulo. Paulo, para demonstrar que não inferior aos demais apóstolos, fez questão de lembrar aos coríntios que não era rude na ciência, anunciara de graça o evangelho de Deus, era ministro de Cristo, tinha um currículo de sofrimentos por causa do Evangelho, não se considerar nem ser superior a qualquer crente, bem como ter intimidade com Deus (II Co.11-12).
Nos “apóstolos do século XX!”, no entanto, o que vemos não é coisa alguma destas características. Como afirma o irmão batista Márcio Redondo, “…Minha dificuldade em aceitar o movimento apostólico dos nossos dias reside em que os ‘apóstolos’ modernos não viram Jesus ressuscitado, não foram designados pessoalmente pelo próprio Jesus, não realizam prodígios e sinais como na época do Novo Testamento e, ao contrário dos apóstolos do século I, se preocupam com a distribuição territorial. Minha conclusão é que tais pessoas declaram-se apóstolos, mas na verdade nunca o foram (2 Coríntios 11.13; Apocalipse 2.2)” (Apostolado ou apostolice. Disponível em: http://camposdeboaz.xn.blog.br/apostolado-ou-apostolice-marcio-redondo Acesso em 06 fev. 2010).

Com efeito, quando olhamos para um “apóstolo” ali, vemo-lo explorando o povo financeiramente, o que apóstolo algum faria;se olhamos para outro lá, vemo-lo envolvido em processos criminais, com os delitos comprovados e que dão até condenações judiciais (não no Brasil, claro, pois o Brasil é a nação da impunidade…); se, todavia, dirigimo-nos para acolá, vemos outro “apóstolo” lutando por territórios e por espaços na mídia, em luta insana com outras denominações, querendo ser o “maior” na mídia; se, por fim, atentamos para aquele que está mais para lá, vemo-lo usando de subterfúgios para “mostrar” poder como neurolinguística, adivinhação ou emocionalismos; quando, então, caminhamos em direção àquele outro ali, ele, baseado em sua “cobertura apostólica”, domina a fé dos crentes, que estão ligados a ele por “alianças espirituais”, pela “geração espiritual”, devendo ser “respeitado e obedecido”. Como podemos, então, dizer que tais homens são apóstolos? Postos à prova, provam não sê-lo (Ap.2:2).

Esta “apostolice” é mais um eloquente sinal de que estamos em plena apostasia, no ocaso de nossa dispensação. Olhemos para Jesus, o autor e consumador da nossa fé, para que não sejamos enganados e peçamos a Deus misericórdia para que alcancemos, no final de nossa jornada, o mais importante título que alguém pode conseguir: o de servo. Amém!

Vídeo - Chegamos a Cem Publicações. Glória a Deus!!!

Amazing Grace - Soweto Gospel Choir from Shibboleth on Vimeo.

Um Antigo Sermão, Uma Grande Mensagem! (1)

Enfim, para que os pregadores saibam como hão-de pregar e os ouvintes a quem hão-de ouvir, acabo com um exemplo do nosso Reino, e quase dos nossos tempos. Pregavam em Coimbra dois famosos pregadores, ambos bem conhecidos por seus escritos; não os nomeio, porque os hei-de desigualar. Altercou-se entre alguns doutores da Universidade qual dos dois fosse maior pregador; e como não há juízo sem inclinação, uns diziam este, outros, aquele. Mas um lente, que entre os mais tinha maior autoridade, concluiu desta maneira: «Entre dois sujeitos tão grandes não me atrevo a interpor juízo; só direi uma diferença, que sempre experimento: quando ouço um, saio do sermão muito contente do pregador; quando ouço outro, saio muito descontente de mim.»

Com isto tenho acabado. Algum dia vos enganastes tanto comigo, que saíeis do sermão muito contentes do pregador; agora quisera eu desenganar-vos tanto, que saíreis muito descontentes de vós. Semeadores do Evangelho, eis aqui o que devemos pretender nos nossos sermões: não que os homens saiam contentes de nós, senão que saiam muito descontentes de si; não que lhes pareçam bem os nossos conceitos, mas que lhes pareçam mal os seus costumes, as suas vidas, os seus passatempos, as suas ambições e, enfim, todos os seus pecados. Contanto que se descontentem de si, descontentem-se embora de nós. Si hominibus placerem, Christus servus non essem, dizia o maior de todos os pregadores, S. Paulo: Se eu contentara aos homens, não seria servo de Deus. Que conta há-de dar a Deus um pregador no Dia do Juízo? O ouvinte dirá: Não mo disseram. Mas o pregador? Vae mihi, quia tacui: Ai de mim, que não disse o que convinha! Não seja mais assim, por amor de Deus e de nós.

Nota/Fonte
Parte do “Sermão da Sexagésima”, pregado em 1655 por Pe. Antônio Vieira
http://www.cce.ufsc.br/~nupill/literatura/sexagesi.html

O Ministério Apostólico 9/10

Por Caramuru A. Francisco

Paulo, quando quis provar sua condição de apóstolo, não invocou qualquer domínio sobre a fé dos coríntios. Pelo contrário, logo no limiar da defesa de seu apostolado, quis deixar claro que não tinha domínio sobre a fé daqueles crentes, porque era cooperador do gozo deles, porque eles se mantinham em pé pela fé e não por causa da suposta autoridade do apóstolo (II Co.1:24).
OBS: Podemos até dizer que os versos do conhecido bolero de José Feliciano, “Sabor a mí” trazem o verdadeiro espírito do apostolado pelos verdadeiros, genuínos e autênticos apóstolos, a saber: “No pretendo ser tu dueño, no soy nada yo no tengo vanidad. De mi vida doy lo bueno, soy tan pobre, que otra cosa puedo dar” (tradução nossa: não pretendo ser seu dono, não sou nada, não tenho vaidade. Deu o melhor da minha vida, sou tão pobre, que outra coisa poderia dar?” Ah, se os “apóstolos do século XXI” pensassem assim…

Vemos, pois, que a referida “autoridade apostólica”, em momento algum, pode ser considerada uma “intermediação” entre Cristo e os membros da igreja, como tem sido ensinado pela falsa doutrina da “cobertura apostólica”, que nada mais é que mais uma evidência de que muitos dos “apóstolos do século XXI” nada mais são que “falsos cristos”, pessoas que assumem indevidamente para si um papel que cumpre única e exclusivamente a Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, qual seja, o de ser o mediador entre Deus e os homens (I Tm.3:5).
OBS: É interessante notar que mesmo o Papa, que se diz “Vigário de Cristo”, não toma a liberdade de se chamar “apóstolo”, mas tão somente “sucessor do príncipe dos apóstolos” (aliás, “Papa” significa “Pedro Apóstolo Príncipe dos Apóstolos”). Assim, embora também seja um “falso cristo”, é menos atrevido que estes “apóstolos pós-modernos”…

Outro ponto que se costuma associar à ideia da “autoridade apostólica” é a “paternidade espiritual”, considerada como uma dependência e uma relação de obediência que deve existir entre os crentes e os “apóstolos”. Aqui também, vemos que este conceito é despido de qualquer amparo bíblico, tanto que, na sua própria defesa do apostolado, Paulo mostra que a “paternidade espiritual” é, antes de mais nada, um dever do que um poder. Diz o apóstolo: “…não busco o que é vosso, mas sim a vós; porque não devem os filhos entesourar para os pais mas os pais para os filhos. Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (II Co.12:14,15).

Ser “pai espiritual”, portanto, não é ter a obediência dos “filhos” e fazer com que eles o sustentem. Não, não e não! Ser “pai espiritual” é ter a consciência de que deve levar a “herança do Senhor”, que são os filhos na fé, a se apresentar como “virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (II Co.11:2) e que, por isso, deve empreender todos os esforços para que estes filhos não venham a se perder, ainda que eles não reconheçam este amor e dedicação. Afinal de contas, é o pai espiritual quem deve levar o tesouro, que é o Evangelho (II Co.4:4-6), a estes filhos e não os filhos quem devem trazer seus bens para enriquecer os pais espirituais.
Quão diferente é o conceito bíblico de “paternidade espiritual” do que andam ensinando por aí, que nada mais é que indevida submissão do crente a um homem, o que Paulo disse não ser mais admissível para quem é salvo em Cristo Jesus (I Co.7:23). “Pai espiritual” não é quem escraviza homens com suas “fórmulas de fé”, “visões”, “revelações”, mas, sim, quem leva Cristo Jesus aos homens, nada querendo em troca.

A autoridade apostólica advinha do bom testemunho dado pelos doze, pela presença do poder de Deus através de suas vidas, pelo grande amor que devotavam aos demais crentes, pela responsabilidade e compromisso que tinham para com a mensagem do Evangelho e a edificação dos crentes. Como disse Paulo, os apóstolos tinham consciência de que Deus os havia posto como os últimos, como condenados à morte, como espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens. Pessoas que não se importavam de sofrer fome, sede, nudez, ferimentos e falta de residência fixa; pessoas que não se importavam de serem considerados o lixo deste mundo e a escória de todos (I Co.4:11-13).

Wolfhart Pannenberg Fala de Secularismo e Liberdade

Num ambiente secular, mesmo um conhecimento elementar do Cristianismo – sua história, ensinamentos, textos sagrados, e figuras formativas – se enfraquece. Não é mais uma questão de rejeitar os ensinamentos Cristãos; um enorme número de pessoas sequer tem o mais vago conhecimento de quais ensinos são esses. Isso é um desenvolvimento notório quando considera-se quão fundamental o Cristianismo é para toda a história da cultura Ocidental. Quanto mais ampla for a ignorância em relação ao Cristianismo, maior será o preconceito contra o Cristianismo. Assim, pessoas que não sabem nem a diferença em Saulo de Tarso e João Calvino acham que tem toda certeza de que o Cristianismo foi provado como uma religião de opressão. Quando tais pessoas se interessam por religião ou “espiritualidade” – sendo esse interesse uma reação natural à superficialidade da cultura secular – elas frequentemente não se voltarão para o Cristianismo, mas sim para “religiões alternativas”.

A idéia predominante de liberdade nas nossas sociedades hoje, é claro, é a idéia de que cada pessoa tem o direito de fazer o que quiser. Liberdade não está ligada a nenhuma noção do bem como constituinte da própria liberdade. Por causa da incompletude da existência humana na história, qualquer idéia de liberdade envolve o risco de abuso. Mas isso não faz muita diferença na questão de se a distinção entre uso e abuso da liberdade é cumprida. Quando não é cumprida, é possível desafiar a igualdade entre liberdade e permissão. A ambigüidade construída na moderna idéia de liberdade nos ajuda a entender a ambivalência da cultura secular no que diz respeito aos valores em geral, o nervosismo em afirmar os conteúdos e padrões pelos quais a própria cultura é definida. No que diz respeito aos valores e tradições culturais, assim como alegações de verdade, prevalece uma atitude consumista. Cada um escolhe de acordo com suas preferência e suas necessidades. A separação da idéia de liberdade de uma idéia de verdade e do bem é a grande fraqueza das sociedades secularizadas.


Fonte
http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/como-pensar-sobre-o-secularismo.html

O Ministério Apostólico 8/10

Por Caramuru A. Francisco

O “concílio de Jerusalém” é outro exemplo de que como a “autoridade apostólica” não é “exercício de poder ou de mando”, mas, sim, algo bem diverso. Os apóstolos, diante da difícil questão a respeito da submissão dos crentes gentios à lei de Moisés, recorreram, em primeiro lugar, a uma reunião onde também estiveram presentes os anciãos, ou seja, os dirigentes das igrejas locais, prova de que os apóstolos não se consideravam hierarquicamente superiores a estes ministros do Evangelho (At.15:6). Como se não bastasse isso, foram buscar a direção e orientação do Espírito Santo (At.15:28), a quem reconheceram como sendo superior na Igreja. Que diferença para com os que se autointitulam “apóstolos” em nossos dias!

Os apóstolos haviam aprendido com o Senhor Jesus que a posição que ocupavam na Igreja os fazia “servidores de todos os demais crentes” (Mc.9:35). Paulo, o abortivo, também aprendeu esta lição, tanto que se denominou para os coríntios como “hyperetes” (I Co.4:1), ou seja, o escravo remador das trirremes romanas, como, e como se encontra no brilhante estudo do presbítero Saulo Gurgel, “Hiperetes: ministro ou escravo”, cuja leitura, uma vez mais, recomendamos (Disponível em: http://sglima.blogspot.com/2009/12/hiperetes-ministro-ou-escravo.html Acesso em 06 fev. 2010).

João, ao escrever o último livro da Bíblia Sagrada, apresentou-se como “vosso irmão e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo” (Ap.1:9), expressão que foi assim comentada pelo pastor José Serafim de Oliveira: “…Isto quer dizer que a mesma aflição que os crentes estavam passando, ele estava também. Não tinha privilégios. Estava na mesma situação, no mesmo patamar, e todos, tanto o apóstolo como os crentes, tinham a plena certeza, plena convicção de que estavam sofrendo pela causa da justiça, pelo Reino de Deus.…” (Desvendando o Apocalipse: o livro da revelação. São Paulo: Pr. José Serafim, 2009, p.13).

Percebe-se, portanto, que a “autoridade apostólica” não advém de uma posição hierárquica, não é uma questão de mando, mas era fruto da presença do poder de Deus na vida daqueles homens que haviam sido escolhidos para anunciar, com ousadia e poder, a Palavra de Deus, para testemunhar o cumprimento das Escrituras na pessoa de Cristo Jesus.

Neste sentido, também, a Igreja é apostólica, pois deve seguir os passos dos apóstolos, deve prosseguir fazendo o que os apóstolos faziam, sendo este o motivo pelo qual Paulo pedia aos coríntios para que fossem seus imitadores, como ele era de Cristo (I Co.11:1).

Excesso de TV Para Crianças de Dois Anos é Perigoso, Diz Pesquisa

Crianças expostas a muita televisão aos dois anos e meio de idade parecem ter mais problemas na escola e condutas prejudiciais à saúde no quarto grau, de acordo com um relatório da edição de maio da revista Arquivos de Pediatria & Medicina Adolescente.

A Dra. Linda S. Pagani, da Universidade de Montreal, Canadá, e colegas estudaram 1.314 crianças dessa faixa etária cujos pais registraram suas horas semanais de exposição à televisão.Os pesquisadores avaliaram registros feitos por pais e professores acerca das condutas acadêmicas, psicossociais e de saúde das crianças bem como seu índice de massa corporal (IMC) no quarto grau.

Cada hora adicional de televisão antes de 3 anos correspondeu a uma diminuição de 7 por cento de unidade no envolvimento em sala de aula, uma diminuição de 6 por cento de unidade no desempenho de matemática, um aumento de 10 por cento de unidade na vitimização de colegas de classe, uma diminuição de 13 por cento de unidade em tempo gasto fazendo atividade física no fim de semana, uma diminuição de 9 por cento de unidade em atividades envolvendo esforço físico, 9 por cento de pontuação alta para consumo de refrigerantes e 10 de pontuação alta para consumo de lanchinhos, bem como um aumento de unidade de 5 por cento em IMC.

Os riscos de longo prazo associados com níveis mais elevados de exposição precoce podem traçar trajetos para com disposições prejudiciais à saúde na adolescência”, concluem os autores. “Uma compreensão em nível de população de tais riscos permanece essencial para promover o desenvolvimento infantil”.

Fonte
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

O Ministério Apostólico 7/10

Por Caramuru A. Francisco
III – A AUTORIDADE APOSTÓLICA

O que mais impressiona os “apóstolos do século XXI” é a “autoridade apostólica”, que foi defendida por Paulo na segunda carta canônica aos coríntios. Muitos hoje querem se intitular “apóstolos” precisamente porque querem ter a “autoridade espiritual” que tinham os apóstolos na igreja primitiva. Quando vemos no texto bíblico, percebemos que os apóstolos tinham uma precedência sobre pastores, bispos, presbíteros e decorre daí, dentro desta ideia de “hierarquia ministerial” que tem tomado conta das mentes das igrejas e denominações, a necessidade de se dar ao “líder” o título maior, considerado como sendo o de “apóstolo”.

Não resta dúvida de que os apóstolos, em seu tempo, eram revestidos de uma autoridade respeitada e que se sobrepunha aos dos demais ministros existentes nas igrejas locais. Esta autoridade decorria do fato de que haviam sido chamados diretamente pelo Senhor Jesus e que a eles incumbia o ministério da Palavra e da oração. Evidentemente que uma tal posição lhes punha num patamar diferenciado diante dos demais crentes, seja porque os crentes haviam se convertido por causa da pregação dos apóstolos (At.4:33; 5:12,42), seja porque, mesmo entre aqueles que haviam acompanhado o Senhor Jesus em Seu ministério terreno, era sabido que os doze desfrutaram de um convívio mais íntimo com Cristo.

Contudo, esta autoridade não se traduzia em domínio sobre a fé dos crentes, como tencionam os “apóstolos pós-modernos”. Bem ao contrário, vemos que os apóstolos não eram “ditadores” nem “tiranos”, mas que, mesmo tendo uma posição diferenciada por vontade de Deus, jamais ousavam se considerar superiores aos demais crentes.

No episódio da instituição do diaconato, embora tenham decidido criar esta nova função na Igreja, sem consultar os crentes, participaram sua decisão a todos os crentes e deixaram que o povo mesmo escolhesse os diáconos, mostrando, assim, que não estavam a transformar os crentes em meras “vaquinhas de presépio”, mas em pessoas participantes do governo da Igreja. De igual modo, Paulo, no final de sua primeira viagem missionária, fez com que os próprios crentes escolhessem anciãos que ficassem à frente das igrejas locais (At.14:23).

Os apóstolos não se consideravam superiores aos outros crentes, nem estavam preocupados em “exercer o poder”. Sua autoridade não se manifestava em termos de domínio, mas em demonstração do poder de Deus. Assim, demonstravam sua posição diferenciada, seu chamado específico, não dando ordens aos crentes, nem exigindo que estes lhe obedecessem, mas, bem ao contrário, dando sinais de seu apostolado que, desde seu chamado no ministério terreno de Cristo, eram bem diferentes do “mandonismo” que caracteriza os “apóstolos do século XXI”, mas que era o poder de curar enfermidades, expulsar demônios e fazer sinais, prodígios e maravilhas no meio do povo (At.5:12), mas também o de ter como mensagem a pregação do Evangelho, ou seja, do cumprimento das Escrituras na pessoa de Cristo (At.4:33; 5:42), e, por isso, o de sofrerem, inclusive fisicamente, por causa desta ousadia no testemunho da Palavra de Deus (At.4:23-31; 5:40,41).

Precisamente, porque os apóstolos não dominavam sobre a fé dos demais crentes, como fazem muitos dos “apóstolos pós-modernos” na atualidade, a Igreja não teve qualquer solução de continuidade quando os crentes foram dispersos por ordem dos líderes religiosos judeus, tendo os apóstolos sido mantidos em Jerusalém (At.8:1). Esta atitude somente serviu para que os crentes disseminassem a pregação do Evangelho e fossem constituídas igrejas em outras localidades, passando-se, assim, a cumprir o propósito de Jesus para a Igreja (At.9:31).

O Ministério Apostólico 6/10

Por Caramuru A. Francisco

Ora, um tal trabalho se esgotou com a morte do apóstolo João que, pela tradição e por inferências das Escrituras (Jo.21:22,23), foi o último dos doze a morrer, tendo sido concluído o Novo Testamento com ele, com a redação de suas cartas, do seu evangelho e do Apocalipse. Temos, então, que não há como se admitir que haja novos apóstolos depois dos doze, pois o trabalho deles era específico, concernente à conclusão do alicerce da Igreja, algo que se encerrou com João, quando se complementou a revelação de Deus por Cristo Jesus.

É, neste sentido, que, ao falar sobre os dons dados à Igreja, o apóstolo Paulo que o Senhor Jesus deu, primeiramente, à Igreja, apóstolos (I Co.12:28) e, posteriormente, os demais dons, a mostrar que havia uma precedência, não só de autoridade, mas de tarefa na edificação da Igreja, porque a eles cumpria complementar o alicerce do “edifício de Deus”. Por isso, é dito que os crentes, logo após o início da igreja, perseveravam “na doutrina dos apóstolos”, o primeiro fator da “koinonia” característica da igreja primitiva (At.2:42).

Esta circunstância, ademais, é confirmada na visão que João teve da Jerusalém celestial, a morada dos salvos. Ali, as portas são doze, cada uma com o nome de uma das tribos de Israel, que é o povo de Deus (Ap.21:12; Rm.11:17,18). Mas, além das portas, a cidade celeste tem um muro que tem doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro (Ap.21:14). Por que doze? Porque depois destes doze, não houve mais nenhum apóstolo!

Por isso é dito que a Igreja é “apostólica”, ou seja, está baseada no ensino dos apóstolos, que testificavam o cumprimento das Escrituras hebraicas na pessoa de Cristo Jesus. Pertencemos, sim, a uma igreja “apostólica”, porque perseveramos na doutrina dos apóstolos, que nada mais é que a Palavra de Deus, o testemunho de Cristo Jesus.

Dirão alguns que o próprio Novo Testamento chama de “apóstolos” a outros que não os doze e Paulo, como é o caso de Barnabé (At.14:14). No entanto, aqui “apóstolo” tem o significado de “enviado”, porque tanto Barnabé quanto Paulo haviam sido “enviados” pela igreja de Antioquia (At.13:2,3). “Apóstolo” aqui está empregado no seu significado primitivo, algo mais próximo ao que atualmente chamamos de “missionário”.

A propósito, na história da Igreja, passou-se a chamar de “apóstolo” aquele que “enviado” por uma igreja ou até mesmo por um chamado divino, implantava igrejas em regiões até então não evangelizadas, como é o caso de Bonifácio (672-754 ou 755), que iniciou a evangelização da Alemanha (primeiramente, por conta própria, depois como “enviado” do Papa Gregório II) e, por isso, é intitulado “Apóstolo dos Germanos” ou, mesmo de José de Anchieta (1534-1597), que é chamado pelos católicos romanos de “Apóstolo do Brasil”, por ter sido um dos principais responsáveis pela catequização dos índios no início da colonização portuguesa em nosso país. Trata-se, pois, de um costume disseminado pela Igreja Romana e que, portanto, não deve ser acolhido por quem cristão se diz ser e não aceita o romanismo, como é o nosso caso.

De Olho No Voto: "Presidenciáveis Disputam Voto Evangélico"

De olho num rebanho que já representa um quarto do eleitorado brasileiro, os pré-candidatos à Presidência iniciaram uma guerra de bastidores pelo apoio das igrejas evangélicas. A disputa para engajar bispos e pastores nas campanhas promete ser a mais acirrada desde a explosão do segmento religioso, na década de 1990.

À frente nas pesquisas de intenção de voto, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) investem na aproximação com as gigantes Assembleia de Deus e Universal, respectivamente.
Única evangélica na disputa, Marina Silva (PV) enfrenta dificuldade para fechar alianças formais, mas dedica parte expressiva da agenda a encontros com fiéis e líderes religiosos.


Desde outubro passado, os três concorrentes já bateram à porta do presidente da Convenção Geral da Assembleia de Deus, pastor José Wellington Bezerra da Costa. Ele lidera cerca de 10 milhões de seguidores, o equivalente à população do Rio Grande do Sul. Pouco conhecido fora dos templos, é considerado mais próximo de Serra, a quem apoiou no segundo turno de 2002.
"Serra sempre teve um canal muito forte conosco e mantém contato direto com o pastor José Wellington. Os dois conversam muito por telefone", afirma o pastor Lélis Marinho, relator do conselho político da Assembleia e responsável por negociar com os partidos.


Apesar do flerte tucano, o líder da igreja também tem sido cortejado pelos outros concorrentes. Há seis meses, ainda como chefe da Casa Civil, Dilma participou de sua festa de 75 anos, num templo em São Paulo. Orou com os fiéis e disse, no púlpito, que o governo Lula defendia "valores cristãos".


Fiel da Assembleia, Marina se reuniu com o conselho da igreja em março, em Brasília. Mas o fato de ser considerada um azarão deve impedir uma aliança. "Por ser da igreja, Marina seria nossa candidata de coração. Mas precisamos saber se sua candidatura foi lançada só para atender a interesses do partido", diz Lélis. "Vamos nos definir em junho, perto das convenções [partidárias]."


Vista com reservas em setores do meio evangélico, Dilma tem recorrido à ajuda de aliados como o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo da Igreja Universal, e o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR), presbiteriano.
"Dilma tem posições pouco claras em questões sensíveis aos evangélicos, como a defesa da família e o aborto. Ela ainda precisa ser reconhecida como defensora das causas cristãs", disse Garotinho na noite de sexta-feira, quando chegava a um encontro com evangélicos na Baixada Fluminense.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u725952.shtml. Acesso em 01/05/10.

O Ministério Apostólico 5/10

Por Caramuru A. Francisco

Jesus disse que as Escrituras d’Ele testificavam (Jo.5:39), Escrituras estas que eram, naquele momento, tão somente “a lei e os profetas”, o Antigo Testamento. Os profetas apresentavam-se, desta maneira, como “testemunhas” do Senhor Jesus, fazendo, assim, parte deste fundamento que se erigia como “edifício de Deus”, já que o cumprimento de suas profecias na pessoa de Cristo era parte fundamental da pregação do arrependimento e remissão dos pecados por parte dos discípulos do Senhor (Lc.24:44-47). Não é à toa que Pedro, no dia de Pentecostes, usou das Escrituras em seu sermão (At.2:14-40).

Este testemunho dos profetas era um “testemunho antecipado”, como nos ensina Pedro em sua primeira epístola, quando afirma que os profetas indagaram que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que neles estava, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e a glória que se lhes havia de seguir, aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para a Igreja, eles ministravam estas coisas que agora eram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, pregavam o evangelho (I Pe.1:10-12).

É neste instante, pois, que surge o segundo grupo de “complementadores” do fundamento da Igreja, ou seja, os apóstolos. Eles tinham a missão de, pelo Espírito Santo enviado do céu, testificarem o cumprimento do que havia sido profetizado a respeito do Cristo. Eles deveriam complementar o que havia sido profetizado, ministrando a Palavra de Deus e perseverando na oração, a fim de que o povo compreendesse que o que havia sido profetizado a respeito do Cristo já estava cumprido e que era tempo de se salvar da geração perversa e crer em Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.

Os apóstolos eram “enviados” de Jesus para testificar o cumprimento das Escrituras em Jesus e também deixar registrado este cumprimento em novas Escrituras, Escrituras que completassem a revelação de Deus ao homem. Aquilo que os profetas haviam profetizado e tinha sido registrado fora cumprido e cabia aos apóstolos, como “enviados especiais” do próprio Senhor Jesus, como “testemunhas oculares” do cumprimento das Escrituras, mostrar o cumprimento do que havia sido profetizado, devendo ser igualmente registrado o que eles ensinassem sobre tal cumprimento.

O dom ministerial de apóstolo, portanto, diz respeito a este fundamento da Igreja, a esta complementação da obra de Cristo, complementação relacionada ao complemento das Escrituras (o Novo Testamento) e à estruturação da base do “edifício de Deus”, da Igreja, a partir do que cada crente poderia, em conjunto com os demais irmãos em Cristo, levantar os pavimentos, os andares, isto é, “ajustar-se e crescer para templo santo do Senhor, para morada de Deus em Espírito” (Ef.2:21,22), “ajustar-se bem e ligar-se pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, para fazer o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef.4:16); “para edificação da casa espiritual e sacerdócio santo, para oferta de sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (I Pe.2:5).

Dr. Augustus Nicodemus Lopes Fala da Importância da Interpretação Bíblica

Começarei falando da necessidade da hermenêutica bíblica. Eu acredito sim que o propósito da hermenêutica é nos levar finalmente à pregação da Palavra de Deus. Contudo, antes de pregarmos, precisamos interpretar as Escrituras. Não é simplesmente abrir a Bíblia e dizer o que ela está dizendo. Nem todo mundo se apercebe do fato de que a leitura de qualquer texto sempre envolve um processo de interpretação. Ou seja, não é possível compreender um texto, qualquer que seja, sem que haja antes um processo interpretativo ― quer esse texto seja um jornal, quer seja a Revista Veja, quer seja a Bíblia.

A leitura sempre envolverá um processo de interpretação ― ainda que esse processo seja inconsciente e nem sempre as pessoas estejam alertas para o fato de que um processo de compreensão está em andamento. A Bíblia é um texto. Ela é a Palavra de Deus, mas ela é um texto. Como tal, ela não foge a essa regra. Cada vez que abrimos a Bíblia e a lemos procurando entender a mensagem de Deus para anunciá-la em nossa pregação, nos engajamos em um processo de interpretação, de maneira consciente ou não.

Como Palavra de Deus, a Bíblia deve ser lida como nenhum outro livro, já que ela é única. Não há outra Palavra de Deus. No entanto, como ela foi escrita por seres humanos, deve ser interpretada como qualquer outro livro. Nesse sentido, a Bíblia se sujeita a regras gerais da hermenêutica e da interpretação, que fazem parte daquilo que é lógico e tem sentido dentro da nossa realidade. Ou seja, quando nós refletimos no fato de que a Bíblia é um texto ― sujeita a regras gerais de interpretação ―, temos um texto que está distante de nós por causa da sua idade, das línguas originais, do diferente contexto cultural. Tudo isso faz com que a leitura da Bíblia requeira um esforço consciente de interpretação. É diferente, por exemplo, de você pegar a Revista Veja ou Estadão e ler.

Fonte
www.vidanova.com.br/teologiadet.asp?codigo=153

O Ministério Apostólico 4/10

Por Caramuru A. Francisco
II – O DOM MINISTERIAL DE APÓSTOLO

Desde quando nomeou os doze para pregar às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt.10), o Senhor Jesus deixou claro que o trabalho dos apóstolos era complementar a Sua obra ministerial que Ele, feito pouco menor do que os anjos, tornado homem (Hb.2:9), não poderia realizar sozinho, diante do tempo que Lhe fora destinado e da própria necessidade de ensinar aos discípulos de que a obra haveria de ser feita coletivamente. A Igreja é o “corpo de Cristo” (I Co.10:16) e todos devemos trabalhar conjuntamente para que a obra de evangelização se realize.

Mas, além de ser o “corpo de Cristo”, de que Jesus é a cabeça, além de ser o Salvador do corpo (Ef.5:23), a Igreja também é o “edifício de Deus” (I Co.3:9) e, como todo edifício, tem de ter um alicerce, um fundamento, uma base para que se construísse. É interessante observar que, quando Jesus revelou o mistério da Igreja, que estava oculto desde os séculos (Ef.3:5-10), disse que haveria de edificar a Igreja (Mt.16:18), ou seja, a Igreja não estava edificada quando da revelação deste mistério em Cesareia.

A Igreja, para ser edificada, precisava, como todo edifício, de uma pedra fundamental, da “principal pedra da esquina”. Ora, quando da revelação do mistério, Jesus mesmo disse que pedra era esta, a saber, Ele próprio. “Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja”, disse o Senhor Jesus. Como podemos saber que a pedra é Cristo? Porque assim nos ensina o apóstolo Pedro, a quem o Senhor dirigiu estas palavras: “ E chegando-vos para Ele — pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa.” (I Pe.2:4). Se Pedro, que era a pessoa que ouviu estas palavras de Jesus, entendeu que a pedra a que Jesus Se referia era o próprio Cristo, como haveremos de dar outro sentido a estas palavras?

Paulo, mesmo, confirma esta circunstância ao dizer que ninguém pode pôr outro fundamento além do que está posto, que é Jesus Cristo (I Co.3:11) e, em outra passagem, reafirma que a “principal pedra da esquina” é o Senhor Jesus (Ef.2:20).

No entanto, um edifício não é feito apenas pela pedra fundamental. Ela é indispensável, é a base de tudo, é o fundamento de tudo, mas o alicerce depende ainda de outras estruturas além destas pedras. Ora, o fundamento completo, o alicerce completo tem, ao lado da pedra fundamental, “o fundamento dos apóstolos e dos profetas” (Ef.2:20).

Vemos, portanto, que a Igreja está fundamentada em Jesus Cristo, mas que esta pedra principal da esquina é complementada, corroborada pelo “fundamento dos apóstolos e dos profetas”. Quando se fala em profetas, lembramos do que disse o Senhor Jesus: “A lei e os profetas duraram até João” (Mt.11:13; Lc.16:16). Assim, os profetas, cujo último foi João, serviram de fundamento para a Igreja, porque prediziam a respeito do Messias, a respeito do Cristo, sendo testemunhas dAquele que haveria de vir. Como bem explanou num estudo bíblico realizado em 25 de janeiro de 2010 na Assembleia de Deus do Ministério do Ipiranga na Praça da Sé – São Paulo/SP, o pastor José Magalhães (vice-presidente da Assembleia de Deus – Ministério de São Miguel Paulista, em São Paulo/SP), “Jesus era uma profecia” durante os ministérios dos profetas, tendo passado a ser uma “realidade conhecida” no instante em que foi batizado por João, razão pela qual João foi o maior de todos os profetas (Lc.7:28), pois além de profetizar a respeito de Cristo, também O apresentou em carne e osso ao povo.

Crime Sem Castigo: A Educação Sexual e Seus Frutos

Causa: Governo inglês impõe educação sexual nas escolas. A mentalidade estatal crê que crianças devem aprender sobre sexo o mais cedo possível.
Consequência: Menina de seis anos um dia consegue desabafar para a mãe que estava sendo diariamente estuprada por seus amiguinhos de escola.
A mãe da menina declarou para o jornal SkyNet:
Ela me disse coisas que penso toda mãe tem medo de ouvir da própria filha. Foi horroroso o que ela passou.
Todo dia tiravam a roupa dela. Todo dia cometiam abusos sexuais e físicos com ela. E todo dia ela chorava pedindo socorro [na escola] e ninguém jamais aparecia.
Penso que não dá para desculpar isso. Como é que dá par dizer que tudo está bem e ninguém tem de prestar contas de nada?

O jornal então conclui:
Uma investigação oficial do abuso aceitou o fato de que uma conduta sexualmente prejudicial realmente ocorreu, mas concluiu que não dá para se tomar nenhuma medida com os responsáveis, pois são jovens demais.
Ninguém tem a menor dúvida de que um crime muito sério foi cometido. Mas ninguém vai ser condenado — nem mesmo o Estado, que estimula as crianças ao sexo, e depois com a maior cara de pau lava as mãos diante das conseqüências.

Fonte
http://www.juliosevero.com
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