Deus “é Meu Pai Que Não Existe”, diz Rubem Alves

Onde estava Deus enquanto as encostas da serra fluminense despencavam, acabando com a vida de tanta gente? "Se é onipotente, onisciente e onipresente, por que nada fez? Estava dormindo?", pergunta um indignado Rubem Alves, teólogo, filósofo, psicanalista, colunista da "Folha de S. Paulo" e ex-pastor protestante.

"Não, não estou com raiva de Deus, porque ele não existe. Se existisse, ia fazer alguma coisa."(grifo meu)

A indignação não estaria mirando o alvo errado? Não são os seres humanos os responsáveis pela tragédia, por causa de decisões erradas? "É engano dizer que as coisas estão acontecendo apenas por nossa responsabilidade - isso é coisa da natureza -, o mundo inteiro está assim - na China é o gelo, na Europa, as chuvas -, o mundo está de cabeça para baixo! Se Deus amasse realmente o mundo, ele tomaria uma providência. Em primeiro lugar, ele mataria as pessoas certas. Ele está com a pontaria péssima - se fosse meu empregado, já estaria demitido há muito tempo - incompetência administrativa."

Para o escritor Rubem Alves, Deus, hoje, é apenas uma nostalgia. É curioso notar que com seus mais de 100 livros - dentre os quais 35 para crianças, ele inspira ainda hoje seminaristas e pastores evangélicos progressistas, que encontram em seus textos uma teologia mais liberal e autêntica.

O escritor cita o verso de "Pedaço de Mim", de Chico Buarque, para ilustrar o que quer dizer: "A saudade é arrumar o quarto pro filho que já morreu". E pergunta: "Qual é a mãe que ama mais, aquela que arruma o quarto para o filho que vai chegar amanhã ou a que arruma para o filho que não vai chegar? Você pode amar uma coisa que não existe. Para mim, é assim, Deus é meu filho que não existe, é meu pai que não existe".

Muitos cristãos, acredita o escritor, são ensinados hoje num tipo de Evangelho interesseiro, que iria, como Alves define no livro, direto para a "caixa de ferramentas". O autor toma emprestado um conceito de Agostinho e separa os elementos da vida em duas caixas - uma para as coisas feitas para dar prazer e ser contempladas (a caixa dos brinquedos) e outra para tudo o que é objetivo e utilitário. Santo Agostinho escreveu que todas as coisas do mundo estavam guardadas em duas feiras - a feira das utilidades e a feira da fruição. A primeira, segundo a releitura do autor, é a feira do poder. "A feira da fruição é o lugar do amor."

Fonte: A Entrevista completa foi primeiro publicada no jornal Valor de 28/01/2011 e pode ser lida em http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=40305

Por que Participo da Igreja?

Por Carlo Carretto

Quanto tu és contestável, Igreja, porém, quanto te amo! Quanto me fizeste sofrer, porém, quanto devo a ti! Gostaria de te ver destruída, porém, tenho necessidade da tua presença. Deste-me tantos escândalos, porém, me fizeste entender a santidade! Nada vi no mundo de mais obscurantista, mais comprometido, mais falso, e nada toquei de mais duro, de mais generoso, de mais belo.

Quantas vezes tive vontade de bater na tua face a porta da minha alma e quantas vezes [orei] para poder morrer entre os teus braços seguros.

Não, não posso me livrar de ti, porque eu sou tu, mesmo não sendo completamente tu.

E depois aonde iria? Construir uma outra Igreja?

Mas não poderei construí-la senão com os mesmos defeitos, porque são os meus que trago dentro. E se a construir, será a Minha Igreja, não mais aquela de Cristo.
[...]

Nenhum de nós é confiável enquanto estiver sobre esta terra. São Francisco gritava: "Tu acreditas que sou santo e não sabes que ainda posso ter filhos com uma prostituta, se Cristo não me sustentar".

A credibilidade não é dos homens, é só de Deus e do Cristo. Dos homens é a fraqueza e talvez a boa vontade de fazer alguma coisa de bom com a ajuda da graça que brota das veias invisíveis da Igreja visível.

Talvez a Igreja de ontem era melhor do que a de hoje? Talvez a Igreja de Jerusalém era mais confiável do que a de Roma?

[...]

Mas depois há ainda uma outra coisa que é talvez mais bela. O Espírito Santo, que é o Amor, é capaz de nos ver santos, imaculados, belos, mesmo se vestidos como canalhas e adúlteros.

O perdão de Deus, quando nos toca, faz com que Zaqueu, o publicano, se torne transparente, e a pecadora Madalena, imaculada.

É como se o mal não pudesse tocar a profundidade metafísica do homem. É como se o Amor impedisse que a alma distante do Amor apodrecesse. "Eu coloquei os teus pecados atrás das minhas costas", diz Deus a qualquer um de nós, e continua: "Amei-te com amor eterno, por isso te reservei a minha bondade. Edificar-te-ei de novo, e tu serás reedificada, virgem Israel" (Jr 31.3-4).

Eis, ele nos chama "virgens" mesmo quando estamos retornando da enésima prostituição no corpo e no espírito e no coração.

Nisso, Deus é verdadeiramente Deus, isto é, o único capaz de fazer as "coisas novas".

Porque não me importa que Ele faça os céus e a terra novos, é mais necessário que ele faça "novos" os nossos corações.

E esse é o trabalho de Cristo.

E esse é o trabalho divino da Igreja.

Vocês gostariam de impedir esse "fazer novos os corações", expulsando alguém da assembleia do povo de Deus?

Ou vocês gostariam, procurando outro lugar mais seguro, de se colocar em perigo de perder o seu Espírito?

Fonte:http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=30704

Vídeo - Como Deus Pôde Matar Mulheres e Crianças?



Nota: Vejo com muitas reservas as posições do teólogo a respeito da "pena de morte", por ser uma questão que exige muito cuidado e discernimento em sua aplicação.

Por Uma Teologia de Consolo em Catástrofes

Por Margaretha N. Adiwardana

A ocorrência de catástrofes com grande amplidão de destruição exige a presença dos cristãos em socorro às vítimas. As vítimas ficam em choque ao perder, em questão de minutos, tudo que construíram nas suas vidas – casas, bens, às vezes alguém amado da família, e com a possibilidade de ficarem feridas ou adoecerem por condições insalubres, sem moradia, comida e nem água. O seu chão foi tirado. A terra, que deveria ser a base onde os pés se firmam, tremeu. A casa engolida por deslizamento de terra. A água limpa que traz vida e sacia a sede, trouxe a morte e destruiu os seus meios de sustento. Tudo que provê vida se torna incerto e traiçoeiro.

As pessoas ficam desesperadas e desesperançadas quanto ao futuro quando a base da sua vida foi eliminada. Perguntam-se o que foi que aconteceu. Como o Criador da natureza deixou isso acontecer? Quem é esse Deus? Muitos pensam que a mão de Deus pesa sobre eles. Em alguns casos, preferiram morrer junto com os seus amados e vendo o sonho da sua vida desaparecer diante dos seus olhos. Sentem-se culpados de não terem morrido juntos e por não conseguirem salvar os seus familiares.

Ao prestar ajuda para sobreviver física e materialmente, é necessário também ajudar a retomar a vida com esperança, sem medo do futuro, nem amarguras contra o Criador, não perdendo a fé, mas se aprofundando na dependência de Deus. Mas como os socorristas podem acalmar o medo e apresentar respostas? Eles mesmos ficam abalados diante de tão grande sofrimento. Ajudam calados e chorando juntos. Falam de coisas irrelevantes para quem está com sofrimento atroz. Acabam apresentando a Palavra de Deus que aos ouvidos das vítimas soa como incompreensão, exigência, colocando mais fardo na condição delas. Alguns se mantém alheios. Outros julgam como punição pessoal e merecida de Deus.


O contexto do sofrimento necessita de compreensão bíblica, tentando entender do ponto de vista de Deus como diretriz da ação para ministrar de forma relevante. Um modelo seria o livro de Lamentações de Je
remias, que chorou ao ver a desolação de Jerusalém destruída, mas que não perdeu a esperança por se apegar na misericórdia infindável de Deus. Harrison comenta que “Soberania, justiça, moralidade, julgamento de Deus e a esperança da benção no futuro distan
te são temas que surgem com grandeza solene das cadências de Lamentações.” Há muitas paralelas da situação mencionada por Jeremias. O sofrimento diante da destruição foi pessoal e coletivo, físico, material, emocional e espiritual (3:4-6).

Lamentações 3

I. Necessidade de conhecer a época – contextos

1. Contexto de sofrimento: O livro inteiro menciona um contexto de grande sofrimento, destruição da cidade inteira e dos seus muros, crianças morrendo de fome, mães desesperadas, moças desoladas, jovens mortos e levados ao cativeiro, sem mais sacerdotes, nem profetas ou príncipes. Lamentações se faziam em situações de luto e aqui era luto nacional.

2. Contexto de grandes pecados como causa fundamental do sofrimento em geral. No caso em Lamentações, o pecado foi nacional e coletivo. Em catástrofes, há causas diretas e indiretas. As diretas seriam guerras e violências provocadas humanamente. As indiretas seriam a ganância e exploração que provoca extrema pobreza e o aquecimento global, a corrupção de uso de material de qualidade inferior nas construções que não aguentam em terremoto e chuvas pesadas. Há outras que parecem falha da natureza como as placas tectônicas que se movem. Fundamentalmente, entende-se que o pecado humano ao romper com o Seu Criador trouxe a consequência da entrada do mal no mundo. O que foi criado bom, agora desanda. Jeremias mencionou grandes pecados (1:8, 14, 18, 22, 3:42; 4:6; 5:7), falsos profetas (2:14; 4:13), inversão de valores de Deus - escárnio aos justos, de injustiça social - exploração dos que não podiam se defender, perversão de justiça e direitos humanos – criação de Deus, iniquidade abundante e atos abomináveis contra o que é sagrado.

3. Contexto de perigo sério, perigo de vida (vs.53-55) – de morte física e de morte espiritual.

II. Jeremias reconheceu Deus como Senhor soberano sobre todos os contextos, conheceu o caráter d’Ele e, portanto, reconheceu os atos d’Ele e seus desígnios.

1. Reconhecimento da soberania de Deus v.3:38 – mal e bem (“desgraças e bênçãos” NVI) procede do Altíssimo. Tsunami, dezembro de 2004 provocou muitas discussões se foi punição de Deus. Os muçulmanos atribuíram castigo de Allah por algo que o povo fez, os hindus e budistas fizeram sacrifícios para aplacar a ira dos deuses ou dos espíritos.

2. Reconhecimento do amor, compaixão, misericórdias infindáveis e fidelidade do Senhor (vs.22-23 – hesed, grande amor, “carinho”, compaixões no plural para intensidade, com raiz na palavra rehem = ventre materno, a bondade amorosa se renova a cada manhã). É a razão de não sermos consumidos, de estarmos ainda vivos.
3. Reconhecimento da justiça de Deus que não tolera pecado (v.34-36 – exploração, maldade, injustiça, perversão do direito – situação brasileira e de muitos países).
4. Reconhecimento que Deus tem o plano de levar o homem ao arrependimento, permitindo sofrimento, trazendo-o à salvação. V.31-33 “não aflige, nem entristece de bom grado os filhos do homem”. Hoje continuamos a ouvir casos de conversões pós-tsunamis, de indagação dos povos pós-guerras e sua afirmação de que só Deus pode interferir e mudar, só Jesus pode acabar com as maldades
que o próprio povo está cometendo contra os patrícios. Harrison afirma que “o autor de Jó e o de Lamentações reconhecem que uma reação positiva ao sofrimento é um pré-requisito à maturidade espiritual. Esta percepção é a base para a expectativa de que após a tribulação virá restauração e bênção, por causa da bondade de Deus, para um povo que realmente estiver arrependido.”

III. A nossa reação de entendimento e convicção da justiça e misericórdia de Deus, que quer levar todos à salvação, leva à ação.

· V.21 trazer à memória – “fará voltar ao coração”, ao centro de afetividade, “o que pode me dar esperança” – a misericórdia infindável de Deus para com os homens;
· Não questionar, mas entender os atos de Deus (vs.37-39), castigo de pecado para levar ao arrependimen
to (vs.31-33). Stephens-Hodge ao comentar sobre crianças de peito que desfaleciam em busca de pão, “Sofrimento tal como esse é sempre um profundo mistério: mas nem mesmo uma criança pode ser considerada isoladamente”. W.F. Adeney “É uma monstruosidade acusar a providência de Deus por causa das conseqüências das ações que Ele tem proibido”. Na soberania de Deus, nada pode acontecer sem a permissão d’Ele. Quando Ele permite sofrimento, na Sua misericórdia fará emergir o bem do mal (Rm. 8:28).

· Sentir junto ao ver (v.1) – pessoal e corporativo como Neemias na confissão de pecado do povo. “Sofrimento pessoal (de Jeremias) e representante típico do povo” (Gaster).
· Lamentar com sinceridade, colocando-nos juntos no sofrimento e no pecado da humanidade, vs.40-42, na identificação com a pecaminosidade humana.
· Rogar, clamar com choro incessantemente até a misericórdia de Deus se manifestar, os pecadores se arrependendo, vs. 49-51. Harrison diz que podemos acreditar em uma divindade tão imutável e digna de confiança, e orar em completa submissão à Sua vontade soberana, que Ele olhe nova
mente com favor para seu povo.

· Advertir e proclamar para levar ao arrependimento, v.29 – “ponha a boca no pó”, a forma oriental de reconhecimento da indignidade, se prostrar em submissão total.

IV. Ter certeza do final de todas as situações

· Deus ouve o clamor do Seu povo - v.56.
· Deus vem e se faz presente - v.57.
· Deus consola e assegura - v.57b “Não temas”.
· Deus defende dos inimigos - v.58 – punição dos inimigos.
· Deus salva - v.58b “remir a minha vida”.

Walvoord e Zuck mencionam sete princípios da natureza da aflição de Israel:
(1) Aflição deve ser aguentada com esperança na salvação de Deus, ou seja, a restauração final (3:25-30).
(2) Aflição é somente temporária e é amenizada pela compaixão e amor de Deus (vs.31-21).
(3) Deus não se regozija na aflição (v.33).
(4) Se a aflição vem por causa de injustiça, Deus a vê e não aprova (vs.44-46).
(5) Aflição ultimamente veio por causa dos pecados de Judá (3:39).
(6) Aflição deve cumprir o objetivo de trazer o povo de volta para Deus (v.40).

Devemos pregar o arrependimento igual como fazemos em qualquer situação também de bem-estar. Mas também devemos assegurar da misericórdia de Deus. A diferença está na ministração efetiva integral em contexto de grande sofrimento. Primeiramente nós mesmos precisamos ter o coração de compaixão, de identificação com o sofrimento dos povos e com a pecaminosidade do ser humano, chorar compungido rogando a Deus pela misericórdia, e a agir com compaixão como socorristas.

O âmago do poema, tanto literal como espiritualmente, é a passagem central do capítulo central. Cinco vezes ocorre a palavra ‘esperança’. A aflição cumpre seu trabalho de humilhar (v.20). O sofredor compreende o seu significado e grita: tenho ‘ESPERANÇA’ (v.21). A nova esperança está apenas em Deus, como mostra o contexto. Isso é de novo enfatizado quando o poema termina -
“Tu, Senhor, reinas eternamente’ (5:19). A oração final do poema será ainda cumprida, ‘Renova os nossos dias como dantes’ (5:21).” Baxter.

E quanto à pergunta de todo o tempo de “Por que o justo sofre?”, quanto aos inocentes sofrendo grandemente em catástrofes? “Ultimamente há profundidade nas ações de Deus que o homem finito não pode entender. A revelação de Deus em palavra e em ação mostra consistentemente sua justiça e amor em aliança; porém há sempre um resíduo de experiência humana que exige que curvemos a uma sabedoria alta demais para nossa compreensão. Encontramos o exemplo supremo na cruz e no grito de Jesus em Marcos 15:34. Por isso cada teoria fácil da Expiação tem falhado há muito tempo, pois há profundidades no Gólgota que passa a compreensão humana. Somente quando na glória veremos o livre arbítrio e a predestinação reconciliados que também compreenderemos como a soberana vontade de Deus é compatível com sua justiça e amor de aliança com o seu povo.” H.L. Ellison

“A minha porção é o Senhor, diz a minha alma, portanto, esperarei nele”. Lamentações 3:24

Fonte: www.vidanova.com.br/teologiadet

Tragédia no Rio: Chorai com os que choram!

A Tragédia

O forte temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro na terça-feira (11) deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na região serrana. As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto foram as mais afetadas. Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgates ainda enfrentam dificuldades para chegar a alguns locais.

Como cristão, não há como ficar impassível diante de tantas calamidades. Sendo assim, gostaríamos de pedir ao leitores deste blog que orassem e, se possível, ajudassem aqueles que foram vitimados por essa catástrofe. Ainda não sabemos ao certo a situação das igrejas e dos cristãos daquela região, mas sabemos que estão sofrendo juntamente com todos. Abaixo um link para visualização de fotos da tragédia, sob a esperança que tais imagens nos mova à ação. Em oração.



Para ajudar clique Aqui.

As Melhores e Piores Instituições de Ensino do País

O Ministério da Educação (MEC) suspendeu a autonomia para criar cursos e ampliar vagas de quatro universidades e 11 centros universitários reprovados pelo Índice Geral de Cursos (IGC), criado a partir dos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). A medida atinge duas universidades e dois centros universitários do Rio de Janeiro: Universidade Santa Úrsula, Universidade Iguaçu (Unig), Centro Universitário da Cidade (UniverCidade) e o Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos. Essas instituições estão proibidas de criar novos cursos e ampliar o número de vagas, mas podem realizar vestibular e continuar funcionando (grifo do editor do blog). Elas tiraram pelo menos duas notas 1 ou 2 no IGC, na escala de 1 a 5 nos anos de 2007, 2008 e 2009. No IGC de 2009, outras 12 faculdades foram reprovadas com a nota 1. Elas serão inspecionadas no início do semestre e poderão também sofrer sanções.

Muitas instituições foram credenciadas no passado sem a observância de critérios objetivos - disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. O MEC fará um pente fino nos cursos das instituições que tiveram a autonomia suspensa. Se elas forem reprovadas no IGC de 2010, que será calculado no fim deste ano, poderão perder a autonomia em definitivo ou mesmo ser alvo de processo de descredenciamento.

Confira Aqui a lista das melhor e das piores instituições de ensino do País

Fonte: O Globo

Na Primeira Semana no Planalto, Dilma Retira o Crucifixo e a Bíblia do Seu Gabinete

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede.

Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas.

A presidente também trocou móveis para deixar o ambiente "mais confortável". Os estofados coral, usados no Palácio do Catete no governo Vargas, foram substituídos por poltronas e um sofá da linha Navona, do arquiteto Sergio Rodrigues.

Dilma começou a trabalhar às 9h30. O primeiro compromisso é com Helena Chagas (Comunicação Social) para se informar; a seguir, com o chefe de gabinete, Gilles Azevedo; depois com Antonio Palocci (Casa Civil).

A presidente não tolera atrasos. Pede objetividade e não gosta de expressões como "eu acho". Apesar do estilo rígido, um interlocutor que acompanhou os primeiros dias de Lula no poder diz que a sensação é de que Dilma está "mais à vontade".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/856996-biblia-e-crucifixo-sao-retirados-do-gabinete-de-dilma-no-planalto.shtml

Pensamentos Passados, Esperanças Presentes

Por Francikley Vito

Algumas pessoas gostam de começar o ano revendo seus planos para ver aquilo que foi alcançado e aquilo que não foi; outras preferem meditar em seus valores e crenças. Eu comecei o meu ano de uma maneira totalmente nova. Ao abrir a minha conta do Twitter comecei, meio que despercebido, a reler algumas das frases escritas por mim, os meus aforismos, e gostei. Descobrir que ainda creio nas mesmas coisas. Gostaria de compartilhar com você onze dessas frases. Que seu 2011 seja maravilhosamente feliz, com Cristo.

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O Leitor é antes de tudo um forte, pois nele está depositada todas as esperanças do escritor. Ler é guardar esperanças alheias!

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A veracidade dos nossos propósitos pode ser medida pelo preço que estamos dispostos a pagar por eles. Querer é só o começo da jornada!

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A Oração em horas de crise, como o orvalho que cai na escura madrugada, tende a trazer frescor e alívio à alma aflita. Está em aflição? Ore!

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Sonhe! Mas não se esqueça de manter-se acordado, pois o verdadeiro sonho, aquele que nos leva adiante, é alimentado pela realidade.

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Encontrar os defeitos alheios é mais fácil do que encontrar os nossos próprios. Apesar do outro está muito mais distante de nós. Incrível!

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O nosso grande problema com a doutrina da soberania é a realidade. A crença de que Deus reina, precisa deixar o teórico para dominar o real.

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A ideia de um Deus que se comunica conosco é tão maravilhosa que parece ser mentira. O bom e que só parece!

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Como dito, a pior coisa que Deus poderia falar para alguém é: Seja feita a tua vontade.

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Quando amamos a Deus, podemos descansar na certeza de que "Ele perfeitamente desembaraça o meu caminho" (II Sm 22.33). Hoje e sempre!

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Toda grande mudança é precedida por pequenas mudanças. Assim, se queremos ver grandes mudanças precisamos fazer pequenas mudanças!

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Quando colocamos Deus em primeiro lugar, a glória é d'Ele. Quando colocamos qualquer outro em primeiro lugar, a glória é nossa. E a vergonha!

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