A Oração de Neemias

Por Caramuru A. Francisco

Antes de analisarmos [sua] oração, observemos que Neemias fez contínua oração, que durou, como já dissemos, cerca de quatro meses. Muitos se confundem e dizem que a “oração de Neemias” é uma oração rápida, instantânea, porque se lembram de citar tão somente Ne.2:4, quando Neemias é interpelado pelo rei, mas isto se deu em Nisã, depois que, em privado, Neemias já havia orado quatro meses. Não há dúvida de que Deus responde a orações emergenciais, mas Neemias não é exemplo disso e, sim, deve ser um exemplo de que precisamos manter uma vida de contínua oração.

A oração de Neemias começa com uma invocação de Neemias a Deus, reconhecido como “Senhor, Deus dos céus, Deus grande e terrível”. Foi, de igual modo, que Jesus nos ensinou a orar, pois Sua oração-modelo começa com a invocação “Pai nosso, que está nos céus”. Na oração, devemos, antes de tudo, lembrar quem é Deus e quem somos nós. Não podemos orar corretamente senão nos apercebemos de que estamos entrando diante da presença do Senhor, d’Aquele que é o dono de todas as coisas, a quem não temos o direito de nos dirigir, mas que, pelo Seu infinito amor, quer manter um relacionamento conosco. Neemias, ao contrário dos falsos arautos da teologia da confissão positiva, não se apresentou diante de Deus para Lhe “cobrar” a fidelidade a Suas promessas, muito menos para dizer que o Senhor era “obrigado” a trazer prosperidade a Jerusalém e ao povo de Judá, diante de Suas promessas. Bem ao contrário, identificou a Deus como o Senhor, o Deus dos céus, o Deus grande e terrível. Precisamos reconhecer a nossa pequenez e nos humilharmos diante do Senhor quando a Ele nos dirigimos. Como ensinava Charles Spurgeon (1834-1892), príncipe dos pregadores britânicos, “…a humildade é a atitude apropriada de um orante…” (SPURGEON, Charles Haddon. Humildade: a amiga do orante. Disponível em:http://bible.org/seriespage/humility-friend-prayer-no-1787 Acesso em 11 set. 2010) (texto em inglês). Temos feito isto?

Neemias, ainda na invocação ao Senhor, reconheceu a fidelidade divina, ao dizer que o Senhor “guardava o concerto e a benignidade para com aqueles que Lhe amavam e guardavam os Seus mandamentos” (Ne.1:5). Aqui temos mais uma indicação de que Deus não ouve a pecadores (Jo.9:31) e que, portanto, a primeira coisa que temos de fazer para entrarmos na presença do Senhor é pedir perdão dos nossos pecados, pois eles nos impedem de sermos ouvidos por Deus (Is.59:2). Deus está pronto a ouvir, diz-nos Neemias, aqueles que “amam e guardam Seus mandamentos”. Neemias, ao se dirigir a Deus, confessou não só os seus pecados, mas também os pecados dos filhos de Israel (Ne.1:6,7), pois sabia que, sem a confissão e o consequente perdão, jamais poderia entrar na presença de Deus e pedir-Lhe algo. Temos também esta consciência? Sendo um cumpridor da vontade do Senhor, Neemias pôde, então, dirigir-se a Deus e pedir que os Seus ouvidos fossem atentos e os olhos, abertos, para ouvir a oração do Seu servo, oração que fazia de dia e de noite não só por si mas também pelos filhos de Israel (Ne.1:6). Vemos, assim, claramente que Neemias era um adepto da oração contínua e que não tem qualquer cabimento denominar de “oração de Neemias” a oração instantânea, emergencial, muito menos assim denominar a oração daquele que só lembrar de orar no momento decisivo de uma adversidade. Nosso papel, amados irmãos, é orar sem cessar (I Ts.5:17)!

Neemias demonstrou, também, em sua oração, que era alguém possuído de fé em Deus. Mesmo sabendo da sua situação pecaminosa e da de seu povo, Neemias reconhecia que os ouvidos de Deus eram atentos e Seus olhos estavam abertos para o orante. Quando nos dirigimos a Deus, precisamos entender que, tendo havido a confissão e perdão dos nossos pecados, Deus não só nos ouve como também está a nos ver e, assim, pronto a nos atender, a nos consolar, a conceder o desejo dos nossos corações. Quantos que oram e não têm esta consciência e acabam não orando, pois não confiam que estão sendo ouvidos por Deus. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb.11:6) e Neemias agradou ao Senhor porque confiava que Deus o estava vendo e o estava ouvindo. Tenhamos fé, amados irmãos! Neemias reconheceu que a situação do povo de Judá era consequência de seus próprios pecados. O copeiro lembrou que o povo havia perdido a Terra Prometida porque havia transgredido os mandamentos do Senhor e Deus, então, havia cumprido o que dissera, através de Moisés, ou seja, de que a pena máxima pela desobediência seria o exílio (Dt.28:63-65).

Em nossas orações, também, devemos reconhecer os nossos erros, assumir as nossas culpas, pedindo perdão e misericórdia ao Senhor para sairmos da situação aflitiva em que nos encontramos. Nem toda situação difícil por que passamos é consequência de nossos pecados, pois também pode haver a provação da parte do Senhor (como é o caso de Jó), mas, quando nos dirigimos a Deus em oração, precisamos fazer um autoexame e, se necessário for, assumirmos nossas culpas e pedirmos perdão não só a Deus mas a quem também tenhamos ofendido com nossos erros. Não há caminho para a bênção senão a do arrependimento e confissão de nossos pecados.

Ao mesmo tempo em que Neemias fazia memória de seus pecados e dos pecados de seu povo, também fazia memória das promessas divinas. Sua confiança em Deus lhe permitia não só assumir suas culpas e as dos filhos de Israel, pois sabia que Deus era misericordioso e grandioso para perdoar (Is.55:7), como também de trazer à memória as promessas de restauração, que também estavam presentes na lei de Moisés (Dt.30:1-10). Se isto se deu com um homem que viveu na dispensação da lei, com muito maior razão deve ser uma tônica para os que, como nós, vivem debaixo da graça. Não podemos nos deixar esmorecer com nossos fracassos e percalços, mas, se sinceramente pedirmos perdão pelos nossos pecados e não os confessarmos, mas deixá-los, igualmente alcançaremos a misericórdia divina (Pv.28:13).

Muitos em nossos dias estão caminhamos celeremente para a perdição porque não querem confessar nem deixar os seus pecados, preferindo encobrir as suas transgressões. Não façamos isto, amados irmãos! Temos um Deus grandioso em perdoar e que está disposto a nos dar o Seu perdão e nos ser alvo de Sua misericórdia. Pecado é um assunto entre Deus e o homem e jamais podemos permitir que nossas transgressões permaneçam encobertas por causa de outros homens, por causa de nosso relacionamentos, inclusive com os domésticos da fé. Confessemos e deixemos o pecado e teremos, novamente, como Neemias teve, pleno acesso ao trono da graça. Neemias não fez qualquer “cobrança” a Deus, mas, assim como confiava no Senhor e sabia do Seu acerto em ter retirado Judá da sua terra, agora pedia ao Senhor a mesma fidelidade no tocante à restauração, uma vez existindo a conversão do povo. Neemias punha-se à disposição do Senhor para efetuar esta conversão e, assim, obter a restauração completa de Judá, como havia sido prometido, mostrando sua fé em Deus. Deus não estava “obrigado” a coisa alguma, mas, sim, ele, Neemias, juntamente com o povo, estava pronto a se converter e, assim, ser alvo da benignidade do Senhor.

OBS: “…Irmãos, fará mal qualquer um de nós que usar a linguagem do mérito diante de Deus, pois mérito algum temos e, se tivéssemos algum, não precisaríamos orar. Foi bem observado por um antigo teólogo, que o homem que pleiteia seu próprio mérito não ora, mas cobra o seu crédito. Se eu peço a alguém que me pague sua dívida, eu não sou alguém que pede, mas alguém que está a exigir os seus direitos. A oração de um homem que pensa que tem méritos é como se estivesse a entregar uma letra ao Senhor: ele não está apresentando um pedido, mas emitindo uma cobrança. O mérito, com efeito, diz: “Pague-me o que você deve”. Pouco um homem deste obterá de Deus, pois se o Senhor apenas pagar para nós o que Ele nos deve, o lugar além de tormento será nossa rápida herança. Se durante a vida aqui nós recebermos não mais do que nós merecemos, nós seremos rejeitados e abandonados. O mais vil dos mendicantes obterá mais do que estes banidos. Até mesmo a vida, ela própria, é um presente do Criador, ‘De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um da punição dos seus pecados’. Vamos nos manter numa posição de inferioridade tanto quanto podemos, pois nós ainda temos de reconhecer que ‘As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos; porque as Suas misericórdias não têm fim’. Qualquer outra atitude que não a de humildade seria muito mal-vinda e presunçosa na presença do Altíssimo.…” (SPURGEON, Charles Haddon. Humildade: a amiga do orante. Disponível em: http://bible.org/seriespage/humility-friend-prayer-no-1787Acesso em 11 set. 2010) (tradução nossa de texto original em inglês) (destaque original).

Ao longo dos meses de oração, Neemias recebeu da parte do Senhor uma convicção: a solução estava nele próprio. Era ele quem Deus havia escolhido para mudar aquela situação em Judá e em Jerusalém. Por isso, sua oração já finalizava com o pedido de bom êxito diante do rei da Pérsia: “Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os Teus ouvidos à oração do Teu servo e à oração dos Teus servos que desejam temer o Teu nome; e faze prosperar hoje o Teu servo e dá-lhe graça perante este homem” (Ne.1:11). Neemias chegou à conclusão, certamente pelo Espírito de Deus, de que era ele quem deveria levar o caso até o rei Artaxerxes e pedia que Deus moldasse o coração do monarca para que fosse obtido o bem-estar de Judá.

Somente através de uma vida de oração contínua e de intimidade com Deus poderemos saber qual é a Sua vontade a fim de podermos cumpri-la. Muitos, na atualidade, permanecem desorientados e sem saber o que fazer simplesmente porque não têm uma vida de íntima comunhão com o Senhor. Esta íntima comunhão somente se dará mediante a meditação nas Escrituras e uma vida de contínua oração. Estabelecendo-se um diálogo com o Senhor por meio da oração (acompanhada, por vezes, do jejum) e da meditação nas Escrituras, poderemos nos transformar a nós mesmos, termos a renovação do nosso entendimento e, desta maneira, experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus em nossas vidas (Rm.12:1,2). Neemias tinha amplo conhecimento das Escrituras, tanto que, em sua oração, mostra como tinha consciência do que Deus havia falado ao Seu povo por intermédio da lei de Moisés. Vivia, também, em contínua oração, intensificada que foi após ter sabido da triste notícia da miséria e do desprezo dos judeus em Jerusalém. Por isso, em resposta a esta íntima comunhão com o Senhor, teve condições de identificar que era vontade do Senhor que deixasse aquela posição confortável no palácio de Artaxerxes para ir enfrentar os desafios nos muros fendidos e portas queimadas a fogo de Jerusalém. Precisava, porém, de uma oportunidade para obter a autorização do rei para tal obra [E Deus providenciou Ne cap. 2].

Fonte: http://www.portalebd.org.br/classes/jovens-e-adultos/item/608-4%C2%BA-trim-2011-li%C3%A7%C3%A3o1quando-a-crise-mostra-sua-face

Vamos Falar um Pouco de Sexo

Por Francikley Vito

A sexualidade e o sexo por muito tempo foram encarados como tabus pela igreja. O problema com essa posição é que o sexo faz parte da vida, ele foi criado por Deus para que o homem pudesse ter um meio de satisfação e prazer. Deus, em seu amor e misericórdia, não nos deixou sem uma direção nessa área tão importante de nossa humanidade. Pelo contrário, em Sua Palavra encontramos diretrizes claras para nossa sexualidade. Deus quer o melhor para nós. Apesar de sabermos de todas essas coisas, muitas vezes uma afirmação bíblica “precisa” ser apoiada por uma autoridade humana para ser aceita como verdade. Foi isso o que aconteceu essa semana.

O médico espanhol Josep María Caralps, que tem quatro décadas dedicadas à cirurgia cardíaca e que teve a honra de fazer o primeiro transplante de coração bem sucedido na Espanha, no dia 8 de abril de 1984; afirmou que para se ter um coração saudável “é preciso comer bem, beber pouco, controlar o estresse, não fumar, fazer exercícios moderados e, para quem pode, praticar muito sexo, de preferência com um parceiro estável” (Folha de São Paulo, 26/09/11 – grifo nosso). Em outras palavras, o que o médico está dizendo é que para se ter um “super coração” é preciso ter uma vida regrada, equilibrada e ser monogâmico, ou seja, praticar sexo com um parceiro estável. Na realidade cristã, isso equivale a dizer que o sexo deve ser desfrutado dentro do casamento. Mas isso todo cristão já sabe.

O grande paradoxo é que para acreditar nessas diretrizes muitos de nós precisa ler em um jornal de grande circulação, ao invés de simplesmente crer naquilo que foi dito pelo Senhor da vida em Sua santa Palavra. Como disse, Deus quer o melhor pra nós, sempre.

A Bíblia traz em seu conjunto um livro inteiro que é dedicado a relação sexual entre homem e mulher, o livro dos Cânticos (Cantares de Salomão). No livro de Provérbio, que trata da sabedoria nossa de cada dia, encontramos a seguinte afirmação: “Seja bendita a sua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude” (Pv 5.18-NVI). E em outro lugar se diz: “Quão deliciosas são as suas carícias, minha irmã, minha noiva! Suas carícias são mais agradáveis que o vinho, e a fragrância do seu perfume supera o de qualquer especiaria! Os seus lábios gotejam a doçura dos favos de mel, minha noiva; leite e mel estão debaixo da sua língua. A fragrância das suas vestes é como a fragrância do Líbano. Você é um jardim fechado, minha irmã, minha noiva; você é uma nascente fechada, uma fonte selada. De você brota um pomar de romãs com frutos seletos, com flores de hena e nardo, nardo e açafrão, cálamo e canela, com todas as madeiras aromáticas, mirra e aloés e as mais finas especiarias. Você é uma fonte de jardim, um poço de águas vivas, que descem do Líbano.” (Cânticos 4:10-15-NVI). É óbvio que a linguagem empregada no texto é uma forma poética de dizer que o prazer deve ser encontrado na relação conjugal de uma homem e uma mulher, que essa relação deve ser de respeito mútuo e que um deve ser exclusivo do outro (“jardim fechado”). E isso faz bem ao coração. Mas isso nós já sabíamos! Ou não?

Pr. Hidekazu Takayama é Denunciado no Supremo

Por votação unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, nesta quinta-feira (22), denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR). Ele é investigado por suposto desvio de verbas públicas, quando exerceu o cargo de deputado estadual, envolvendo a contratação de funcionários na Assembleia Legislativa do Paraná. Com esta decisão, tomada no Inquérito (INQ) 2652, o deputado federal passou a figurar como réu em ação penal, na qual ele poderá exercer seu direito ao contraditório e à ampla defesa.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Hidekazu Takayama é acusado do crime de peculato, previsto no artigo 312 do Código Penal, por 12 vezes. Ele teria desviado valores públicos em proveito próprio entre 1999 e 2003, período em que exerceu o mandato de deputado estadual. O parlamentar teria promovido a nomeação de 12 funcionários para ocupar cargos em comissão no seu gabinete, na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. Essas pessoas, no entanto, teriam atuado na prestação de serviços particulares.


A Defesa. A defesa sustentou, em resposta à denúncia, que não estariam presentes os requisitos necessários para o recebimento da denúncia, pelo fato de a peça de acusação não ter exposto cada fato criminoso. “Não há prova da maioria dos fatos narrados, não há qualquer prova de desvio de recursos públicos". Acrescentou não haver “qualquer prova de apropriação dos salários de funcionários mas, ao contrário, todos os funcionários confirmam que recebiam a remuneração indicada em seus contracheques”. Alegou, ainda, que a denúncia não possui “a necessária descrição da forma como ocorreu o desvio de valores públicos, contendo omissões e incongruências”.


O Voto. Em seu voto, o relator, ministro Dias Toffoli, informou que constam no inquérito depoimentos prestados pelos servidores nomeados, em que eles afirmavam trabalhar para o deputado, “seja na sua agência de vídeo, seja na qualidade de pastor”. Os funcionários informavam que, inicialmente, recebiam diretamente do parlamentar e que, posteriormente foi aberta uma conta corrente vínculada a um cargo em comissão da Assembleia Legislativa paranaense.


O relator observou que a denúncia não se fundamentou exclusivamente em depoimentos, tanto que nela estão presentes, também, cópias parciais de ações trabalhistas movidas por ex-empregados do parlamentar, que eram remunerados pela Assembleia e, ainda, informações obtidas a partir de quebra de sigilo bancário e documentação fornecida pela casa legislativa.

Dias Toffoli esclareceu que, além das informações obtidas pela Assembleia, o inquérito foi instaurado com base “em representação criminal e em outras peças informativas encaminhadas pela Primeira Vara Federal Criminal de Curitiba”. Assim, o relator entendeu que os fatos imputados ao denunciado estão “satisfatoriamente descritos, com a devida individualização das condutas do parlamentar em relação a cada um dos delitos que lhe são imputados”.

“A resposta apresentada pelo denunciado, finalmente, não permite concluir de modo robusto pela improcedência da acusação, estando, assim, a meu ver, reunidos os elementos necessários para o recebimento da denúncia”, concluiu o relator.


Fonte:http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=189919

Você é Um Apologista?

Por Matthew J. Slick

Uma de minhas preocupações quando faço seminários é o que eu chamo de "O orador influente". Basicamente, quando um grupo se junta para ouvir um locutor, supõe-se que o locutor sabe muito bem da matéria e tem experiência no assunto. Dado o fato que o falar em público é a fobia número um americana, o simples fato de uma pessoa ir lá em cima e pegar no microfone (e gostar de fazer isso) tem o efeito psicológico de distanciar o aluno do professor. O palestrante é freqüentemente elevado ao status de "um professor especial chamado de Deus". De fato, em meu caso, o locutor é simplesmente alguém que gosta de falar sobre o que ele sabe. Eu não sou diferente de ninguém. Isso faz todo o mundo um apologista.

A apologética é, em resumo, fazer uma defesa da fé cristã. Se você faz isso de alguma forma, então você é um apologista. De fato, nós somos ordenados a sermos apologistas por Pedro. "...e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós;" (IPe 3.15). Se Deus lhe ordena que faça uma defesa, então Ele está lhe ordenando a ser um apologista. Por isso, você é, quer queira, quer não, acredite ou não. Assim, Deus não também não tem o hábito de enviar pessoas sem as prepará-las antes.

Agora, o que eu vou dizer-lhe é verdade. Eu tenho experimentado isto muitas vezes. Mas por favor, entenda que este é um trabalho do Espírito Santo, não meu. Houve tempos em várias situações em que eu estava discutindo com um incrédulo. Ele fazia uma pergunta difícil que me fazia pensar. Eu refletia, confiava em Deus e respondia. A resposta vinha quando eu começava a falar. Em outras palavras, eu não sabia o que dizer, até que começasse a dizer. Me lembro das palavras de Jesus em Marcos 13:11, "Quando, pois, vos conduzirem para vos entregar, não vos preocupeis com o que haveis de dizer; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai; porque não sois vós que falais, mas sim o Espírito Santo." O Senhor disse que Ele estaria conosco até o fim (Mt.28:20). Eu creio nisto. Ele está aqui quando precisamos Dele. Confie em Deus e vai!

Nota/Fonte: Tradução de Emerson de Oliveira em http://logoshp.6te.net/apovc.htm

O Mercado Evangélico no Brasil

Mercado bilionário crescente, mas ainda pouco estudado, o segmento de produtos cristãos movimenta estimados R$ 12 bilhões por ano no Brasil, segundo cálculos de Mário René, professor de Ciências do Consumo Aplicadas na ESPM e doutor em teologia prática.

Grande parte desses negócios é destinada principalmente aos evangélicos, que crescem em número e em importância econômica no país. Em paralelo, algumas igrejas evangélicas adquirem espaços milionários na grade de TV aberta brasileira e tomam parte em empreitadas que vão desde a construção de grandes templos até participação em empresas de engenharia e de telecomunicações. Conheça abaixo alguns dos elementos que compõem esse mercado:

[...] Telecomunicações e mídia

Igrejas e pastores evangélicos detêm dezenas de concessões de emissoras e rádios de TV, além de participação na mídia impressa – um exemplo é a Folha Universal, jornal semanal da Iurd com tiragem declarada de 2,3 milhões de exemplares. Mas o mais proeminente negócio midiático relacionado aos evangélicos é a Rede Record, controlada desde 1989 por Edir Macedo, fundador da Universal. Embora tanto a igreja como o grupo midiático sejam do mesmo dono, a Record diz que não sofre interferências da igreja, que é considerada apenas "um cliente" pela emissora.

As evangélicas também adquirem cerca de 130 horas semanais nas grades de algumas das principais emissoras de TV abertas do país – RedeTV!, Record, Band e Gazeta. Relatos na imprensa dão conta de que o SBT negocia a venda de seu horário da madrugada para a Igreja Mundial; a assessoria da emissora diz que não há nada confirmado.

Produtos de consumo

A Assembleia de Deus oferece dois tipos de cartão de crédito, o Missionário e o Gold, este último dono de um perfil próprio no Twitter. A Igreja Internacional da Graça de Deus lançou o seu cartão de crédito Igreja da Graça. São exemplos de produtos destinados especialmente para o público evangélico. A empresa Z3, do interior de São Paulo, se especializou em atender esse público, com livros e jogos infantis com histórias religiosas. "Nossa rede tem crescido, então acredito na expansão desse mercado", diz Kátia Vieira, funcionária da Z3. "Todos os dias recebemos clientes novos, quase exclusivamente do público evangélico. Estão sempre à procura de coisas novas."

Rua especializada

Uma pequena ladeira no Centro de São Paulo se tornou um ponto de encontro de consumidores e fornecedores de produtos cristãos. A rua Conde de Sarzedas tem dezenas de lojas especializadas, que oferecem de bíblias e CDs a jogos infantis, óleos de unção, produtos com frases que remetem a Deus e pacotes de viagem. [...]

Feiras setoriais

O empresário Eduardo Berzin Filho trabalha há 15 anos para o público evangélico, com a produção de revistas, sites e programas de TV. Há dez anos, lançou a ExpoCristã, que levou, segundo ele, 160 mil visitantes em 2010 ao centro de eventos do Anhembi, em São Paulo. O evento reuniu atrações da música gospel, exposição de arte cristã e a venda de livros, produtos especializados e mobiliário para templos. A edição de 2011 da ExpoCristã está marcada para setembro. Evento semelhante é realizado há sete anos em Curitiba por Jôfran Alves, que com sua esposa criou a ExpoCristo. A edição mais recente ocorreu em julho, também com atrações musicais, editoras, gravadoras, e até empresas que prestam serviço de segurança para templos. A ideia é atender bem a um "público que consome de tudo", como o cristão, segundo Alves.

Mercados fonográfico e editorial

Há poucos dados disponíveis sobre os segmentos de livros evangélicos e de música gospel, mas há indícios de crescimento e alta no consumo. A Câmara Brasileira do Livro (CBL) diz que a produção de livros religiosos cresceu 39,2% em 2010 em comparação com número anterior, dado que inclui livros católicos – o crescimento, inclusive, foi puxado por um livro do padre Marcelo Rossi. A CBL não tem dados específicos sobre o mercado editorial evangélico, mas percebe crescimento.

"Nossa percepção é de que o público evangélico tem grande participação, e é crescente", diz à BBC Karine Pansa, presidente da Câmara. "Isso se dá pela cultura de ter uma bíblia para cada pessoa, de ter bíblias específicas, e pela vontade que esse público tem de aprender." Sobre o mercado fonográfico gospel, a Associação Brasileira de Produtores de Discos diz não ter dados específicos, mas alguns dados confirmam a força do segmento. Mercado editorial segmentado também tem crescido [...]

Serviços de apoio

Para amparar a construção de templos e sua gestão, foram criadas empresas e entidades que prestam serviços especializados. Algumas têm elos com as próprias igrejas – caso do Engiurd, o Departamento de Engenharia da Igreja Universal do Reino de Deus, criado para "otimizar recursos em nossos processos de construção, reforma e manutenção de templos", segundo o site da empresa. Outras entidades prestam serviços para diferentes congregações. É o caso da Sepal (Servindo aos Pastores e Líderes), que ensina técnicas de liderança e gestão de negócios para pastores e líderes religiosos e comunitários, além de realizar pesquisas para identificar regiões "com necessidades missionárias e sociais" que podem ser atendidas por congregações.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110825_negocios_evangelical_pai.shtml

A Dignidade de Não Ser

Carta de John Nelson Darby ao editor de um dos seus livros.

Meu caro amigo e irmão em Jesus Cristo,

Deu-me muita satisfação ver a sua tradução do meu livro. Tive o grato prazer de lê-la, ou melhor dizendo, de ter alguém que ma lesse, naqueles momentos dos quais o Senhor nos diz, como disse aos apóstolos: “Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco” (Mc. 6:31). Mas não posso deixar de dizer-lhe, meu caro amigo, que o prazer que a aparência do seu trabalho me trouxe foi, em certa medida, abatido pela opinião demasiado favorável que expressou a meu respeito no prefácio. Antes que tivesse lido uma palavra sequer da sua tradução, presenteei um mui querido e sincero amigo com um exemplar, e ele mencionou o que escreveu em seu prefácio louvando a minha piedade. O texto produziu no meu amigo o mesmo efeito que viria a produzir em mim, mais tarde, quando o pude ler. Espero, entretanto, que não leve a mal o que vou dizer a respeito do assunto, pois é fruto de uma experiência razoavelmente longa.

O orgulho é o maior de todos os males que nos afligem, e de todos os nossos inimigos, não apenas é o mais difícil de morrer, como também o que tem a morte mais lenta; mesmo os filhos deste mundo são capazes de discernir isto. Madame De Stael disse, no seu leito de morte: “Sabe qual é a última coisa que morre numa pessoa? É o amor-próprio”. Deus abomina o orgulho mais do que qualquer coisa, pois o orgulho dá ao homem o lugar que pertence a Deus que está acima de tudo. O orgulho interrompe a comunhão com Deus e atrai Sua repreensão, pois “Deus resiste aos soberbos” (1Pe 5:5). Ele irá destruir o nome do soberbo, pois é-nos dito que “a altivez do homem será humilhada, e a altivez dos varões se abaterá, e só o Senhor será exaltado naquele dia” (Is 2:17). Como irá sentir, meu caro amigo, estou certo de que não há maior mal que uma pessoa possa fazer a outra do que louvá-la e alimentar o seu orgulho. “O homem que lisonjeia a seu próximo, arma uma rede aos seus passos” (Pv 29:5) e “a boca lisonjeira obra a ruína” (Pv. 26:28). Pode estar certo, além do mais, que a nossa vista é muito curta para sermos capazes de julgar o grau de piedade do nosso irmão; não somos capazes de julgar corretamente sem a balança do santuário, e ela está nas mãos dAquele que sonda o coração. Nada julgue antes do tempo, até que o Senhor venha e torne manifesto os conselhos do coração, e renda a cada um o devido louvor. Até então, não julguemos os nossos irmãos, seja para bem seja para mal, senão com a moderação que convém, e lembremo-nos de que o melhor e mais certo juízo é aquele que temos de nós mesmos quando consideramos os outros melhores do que nós.

Se eu lhe fosse perguntar como sabe que eu sou “um dos mais avançados na carreira cristã, e um eminente servo de Deus”, sem dúvida iria ficar sem saber o que responder. Talvez viesse a mencionar as minhas obras publicadas; mas será que não sabe, querido amigo — que o irmão pode pregar um sermão edificante tanto quanto eu — que os olhos vêem mais do que os pés alcançam? E que, infelizmente, nem sempre somos o que são os nossos sermões? “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós” (2Co 4:7). Não lhe direi a opinião que tenho de mim mesmo, pois se o fizer, é provável que enquanto o faça procure a minha própria glória, e, enquanto estiver buscando a minha própria glória, possa parecer humilde, o que não sou. Prefiro dizer-lhe o que o nosso Mestre pensa de mim — Ele que sonda o coração e fala a verdade, que é “o Amém e a fiel Testemunha”, e que tem falado frequentemente no mais íntimo do meu ser, pelo que Lhe agradeço; creia-me, Ele nunca me disse que sou um “eminente Cristão e avançado nos caminhos da piedade”. Pelo contrário, Ele diz-me bem claramente que se eu procurasse o meu próprio lugar, iria encontrá-lo como sendo o do maior dos pecadores, pelo menos dentre os que são santificados. E devo dar mais crédito ao julgamento que Ele faz de mim, meu caro amigo, do que aquilo que pensa a meu respeito.

O mais eminente Cristão é um daqueles de quem nunca se ouviu falar, algum pobre trabalhador ou servo, para quem Cristo é tudo, e que faz tudo para ser visto por Ele, e somente por Ele. O primeiro deve ser o último. Fiquemos convencidos, meu caro amigo, de louvar somente o Senhor. Só Ele é digno de ser louvado, reverenciado e adorado. A Sua bondade nunca é demasiadamente celebrada. O cântico dos abençoados (Apocalipse 5) não louva a ninguém senão Aquele que os redimiu com o Seu sangue. Não há no cântico uma única palavra de louvor a qualquer dos remidos - nenhuma palavra que diga que são eminentes, ou que não são eminentes - todas as distinções estão perdidas no título comum, “os redimidos”, que expressa a alegria e glória de todo o Corpo. Empenhemo-nos em trazer os nossos corações em uníssono com aquele cântico, ao qual todos esperamos que as nossas débeis vozes venham a unir-se. Esta será a razão da nossa alegria, mesmo enquanto estivermos aqui, e contribuirá para a glória de Deus, a qual é lesada pelo louvor que os Cristãos frequentemente prestam uns aos outros. Não podemos ter duas bocas — uma para louvar a Deus e outra para louvar o homem. Possamos, então, conhecer o que os serafins fazem (Isaías 6:2,3), quando com duas asas cobrem as suas faces, como um sinal da sua confusão diante da sagrada presença do Senhor; com outras duas asas cobrem os seus pés, como se tentassem esconder de si mesmos os seus próprios passos; e com as duas asas restantes voam para executar a vontade do Senhor, enquanto proclamam, “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos: toda a Terra está cheia da Sua glória”.

Perdoe-me por estas poucas linhas de exortação Cristã, as quais tenho a certeza, irão, cedo ou tarde, tornar-se úteis para si, passando a fazer parte da sua própria experiência. Lembre-se de mim em suas orações, enquanto rogo para que a bênção do Senhor possa pousar sobre si e sobre o seu trabalho. Se porventura vier a imprimir uma outra edição — como espero que aconteça — por gentileza, exclua as duas frases para as quais chamei a sua atenção; e chame-me simplesmente: “um irmão e ministro no Senhor." Isto já é honra bastante, e não é preciso mais.

JOHN NELSON DARBY (1800 – 1882) era teólogo e pregador, foi o sistematizador das doutrinas dispensacionalistas. O título é do editor do blog. A tradução é de Carlos António da Rocha em http://no-caminhodejesus.blogspot.com/

Querem Lançar um Filme Pornô Gospel

Estamos em uma situação difícil, sem dúvida. Agora querem lançar um filme pornô gospel. Depois de casais pretensamente cristãos evangélicos que realizavam e defendiam a prática do "sono inocente", fazendo swing (troca de casais), segundo diziam, "conforme a palavra de Deus". Agora, surgiu nos EUA um movimento para produzir filmes e materiais pornográficos especiais para casais cristãos. O impressionante é que eles colocam algumas coisas de maneira sutil, com alguns pontos que podem tranquilamente enganar quem não tomar cuidado. Mas quando você percebe o real objetivo deles (misturar o evangelho com sexo e pornografia), é de ficar abismado. Afinal, pecar já é ofensa suficiente a Deus, mas buscar respaldo na Bíblia para isso é herético e indecente. Segundo informações do site Pavablog os produtores dos filmes tem até diretrizes. Segundo esses cristãos pornográficos, os filmes:

# Deve retratar só casais matrimonialmente ligados em atos sexuais. Isto significa que quaisquer parceiros sexuais, em uma produção pornô cristã devem ser marido e mulher, dentro e fora da tela. Todos os agentes devem ser casados na vida real e retratarem a vida real. E eles só devem ter relações sexuais com seus cônjuges.

# Devem ser instrutivos. Parte da missão da pornografia cristã é o de educar crentes casados em como conseguir mais prazer sexual na intimidade de seus relacionamentos. Isso pode ser muito bem feito através da dramatização de diversas técnicas e posições sexuais, para que jovens possam aprender a incorporá-las em suas rotinas de fazer amor. Nos seus papéis na tela, os atores-crentes devem ser um modelo correto tanto em técnicas como de atitudes sexuais adequadas, portando-se de uma forma respeitosa com os órgãos uns dos outros como um sagrado dom de Deus que eles são.

# Sem obscenidades. Embora exclamações de prazer sejam aceitáveis, como são os sons naturais nas expressões no ato sexual, Cristianismo pornô não deve conter obscenidades ou juramentos. Os participantes deverão abordar uns aos outros com amor e respeito em todas as ocasiões (Dentre outros).

Pergunto então: Será que isso não é a clássica troca de valores, ou melhor, será que isso não é mudar “a verdade de Deus em mentira” (Rm 1.25)? Como disse Saulo Luz, “Será que ninguém percebe que há exagero de todo os lados? De um lado, temos os cristãos reacionários e conservadores (fundamentalistas) que acham que sexo prazeroso, no momento e com a pessoa certa, é "coisa do diabo". Do outro, cristãos liberais que dizem que vale tudo (não só entre quatro paredes e à dois), desde sexo a três, filme pornô cristão e troca de casais. Será que é tão difícil para a Igreja ser equilibrada e menos polarizada?"

Essa é uma adaptação feita pelo editor do blog. Fonte do artigo original: http://pavablog.blogspot.com/search?q=+filme+porno+gospel

"O PT Tem Horror à Crítica Flerta Com a Censura"

No dia 31 de agosto, Paulo Bernardo [ministro das Comunicações] participou de audiência pública no Senado e, ao falar sobre o controle de rádio e TV por políticos, mostrou que não ignora a atuação dos grupos de mídia como agentes políticos. "É uma área empresarial que influencia a opinião pública, essa que é a verdade. Nós nunca vamos ter meios de comunicação absolutamente neutros. Isso não existe, nós teríamos que ser muito ingênuos para achar isso”, afirmou.

Documento Petista

A proibição de político controlar rádio ou TV é uma das teses defendidas pelo PT em documento específico sobre comunicação social aprovado no Congresso do partido. Bernardo disse que é a favor da proibição, para que não haja “desequilíbrio democrático”. A “democratização da comunicação” é o conceito geral usado no documento petista em defesa de uma série de propostas. A carta cobra, por exemplo, que o Congresso e o marco regulatório possam “impedir a existência de oligopólios” nos meios de comunicação. Na prática, isso significa criar condições para que novas empresas entrem e sobrevivam no setor.

O projeto estabelece cotas de conteúdo regional e nacional para os canais. As empresas brasileiras que operam TV a cabo fizeram lobby contra o projeto no Congresso e agora pressionam o governo para que vete o dispositivo, quando a presidenta Dilma Rousseff for sancionar a lei. A primeira Conferência aconteceu em dezembro de 2009 e deu início do projeto de novo marco regulatório da mídia que hoje está em debate no governo. A maioria das empresas de radiodifusão boicotou o encontro. Os petistas também cobram a regulamentação do artigo 221 da Constituição, que lista os princípios que a programação de rádio e TV deve seguir. O dispositivo impõe cotas de regionalização da produção cultural, artística e jornalística, mas a definição do Tamanho das cotas também depende de lei. Recentemente, o governo teve uma espécie de experiência piloto sobre a dificuldades de debater cotas de programação. Isso aconteceu na votação, pelo Congresso, de projeto que muda a regulamentação do mercado de TV por assinatura e, entre outras coisas, abre o setor à participação de operadoras de telefonia.

PSDB "Censura": Em documento oficial divulgado nesta segunda-feira (05/09), o PSDB, por meio do Instituto Teotônio Vilela (ITV), responsável pela formulação de críticas ao governo de rumos para os tucanos, criticou as teses petistas. "O PT tem horror à crítica flerta com a censura", diz o texto "Guerreiros da Censura".

Fonte:http://www.ihu.unisinos.br/index.phpoption=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=47106

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...