Pr. Antônio Gilberto Fala de Ordenação de Mulheres e Pós-modernidade


Ex-cientista da NASA, a agência espacial americana, o pastor Antônio Gilberto é consultor doutrinário da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, mestre em Teologia, graduado em Psicologia, Pedagogia e Letras, membro da diretoria da Global University nos Estados Unidos e autor dos livros “Mensagens, Estudos e Explanações em 1 Coríntios”, “O Calendário da Profecia”, “O Fruto do Espírito”, “A Bíblia: o livro, a mensagem e a história”, “A Prática do Evangelismo Pessoal”, “Verdades Pentecostais”, “A Bíblia através de séculos”, “Crescimento em Cristo” e “Manual de Escola Dominical”, sendo este último o seu maior best-seller, com mais de 200 mil exemplares vendidos. Em outubro de 1997, ele recebeu da Abec (Associação Brasileira de Editores Cristãos) o prêmio Personalidade Literária. É uma das maiores personalidades da literatura no Brasil.

Seara News - Um assunto polêmico, cujo debate já dura por décadas, é o ministério pastoral feminino. Hoje algumas Assembleias de Deus já reconhecem a ordenação de mulheres. Existe respaldo bíblico-doutrinário para isso?

Pr. Antônio Gilberto - Não, não e outra vez não! Não existe! Ordenação… Mulheres no Santo Ministério, tanto venham. Inclusive muitas vezes elas fazem o trabalho melhor do que os homens. Mas ordenar para o Santo Ministério, não tem base nas Escrituras. E como é que isso está acontecendo? É a igreja a culpada e a igreja vai prestar conta disso. A igreja que eu digo não é a igreja o prédio, os responsáveis vão prestar conta disso. Jesus nunca ordenou mulheres. O apóstolo Paulo que é um paradigma, não separou, nunca ordenou mulheres. Agora, mulheres trabalharem no Santo Ministério, tanto venham. Cantoras, professoras de escola dominical e etc. Mas irmão Gilberto, e diaconisa? Lá no livro de Romanos o apóstolo Paulo disse que aquela irmã era diaconisa na igreja de Cencréia. Onde está isso no original? Não existe! Sim, mas o comentário que eu li diz que era diaconisa. Conversa! No grego está na forma masculina, ou seja, Paulo deixou aquela mulher ali provisoriamente, ou então o trabalho era novinho e não tinha homem nenhum para exercer o diaconato, ele disse vem cá “fulana” (Febe), faz o trabalho aqui, a obra de Deus não pode parar por causa de problema humano. Está no masculino.

Uma vez um pastor presidente de uma grande e renomada convenção, nós estávamos juntos em Goiânia ministrando, e ele no hotel conversando comigo, disse: “estou agora na presidência, vou incentivar, irmão Gilberto, o diaconato das mulheres que está praticamente parado. O que o irmão diz?”

- Eu prefiro primeiro que o senhor que é o chefe, me dê alguma coisa.

Ele disse: “eu me baseio lá em Rm 16, Febe, aquela irmã que era um tesouro na igreja de Cencréia (inclusive quando os irmãos forem a Grécia visitem as ruínas de Cencréia. Eu fui lá visitar, só tem ruínas, e eu fiquei pensando onde é que ficaria aqui a casa dela, porque tudo indica que era uma mulher de muito dinheiro. Paulo disse: “ela me hospedou muitas vezes, e hospedou a muitos”), que era diaconisa, a Bíblia em português diz: que serve ao Senhor na igreja de Cencréia, outra versão que eu tenho diz que ela servia como diaconisa”. Eu me calei, e ele disse: “uma segunda passagem, irmão Gilberto, que eu tenho em mente é lá em Timóteo quando a Bíblia diz: e as mulheres…”

Eu disse: Pastor, a passagem de Romanos no original está no masculino, pode pegar qualquer manuscrito bíblico. Ou seja, ou o trabalho era novinho e não tinha homens habilitados, e o apóstolo Paulo um homem cheio do Espírito Santo, a obra de Deus não ia parar por causa de problema humano. Vem cá, Febe, exerce aqui enquanto não se prepara um homem, ou então não sei a razão, a Bíblia não explica, mas está no masculino.
“E lá em Timóteo?”

Pode pegar o termo original que a oração no grego pára, e quando diz as mulheres, são as esposas dos obreiros. Ele parou, e parou até hoje.
Voltando a pergunta, o que o irmão diz disso? É anti-bíblico. E o que fazer? Quem estiver fazendo vai prestar conta a Deus. Mas infelizmente não é só ordenação de mulheres, é muita coisa que a igreja decide por ela. Eu podia fazer menção aqui, não vou, não há necessidade. Para ninguém pensar que é só esse fato: São várias coisas que a igreja faz sem ter… Por exemplo, há igrejas que só separam (consagram) obreiros para o diaconato se forem casados, não estou criticando a igreja local, há igreja que só separa (consagra) casados, porque o escândalo está sendo grande de obreiros solteiros. Enfim, a igreja que tomou a decisão, não é a Bíblia.

Batismo em águas: tem igreja que a pessoa se entregou pra Jesus, foi perdoada ali mesmo, foi convertida, batiza na água. Tem igreja que diz: “Não, aqui pra ser batizado tem que fazer um cursinho”. Lá na minha igreja, por exemplo, tem um cursinho de três meses, onde está isso na Bíblia? Lugar nenhum. É a igreja que decide!

Realização de matrimônio, esse caso é mais um, só que este é grave.

Então, em resumo, não tem base na Escritura, nem no Antigo, nem no Novo Testamento. Deus quer a mulher no ministério, quanto mais, melhor, para muita tarefa. Mas ordenação para cuidar do rebanho Deus reservou para o homem. De modo que esse negócio está dando problema. E os que estão na Assembleia de Deus? Vão prestar conta a Deus! Vamos brigar com eles? Deixa pra lá, vão prestar conta a Deus! Esse é que é o problema, a Bíblia diz cada um de nós. Eu vou dar conta e os irmãos vão dar conta também. Se o Tribunal de Cristo fosse coletivo…, mas a Bíblia diz cada um. Então nós temos que pensar nisso.

Seara News - Qual o posicionamento do pastor diante das mudanças dos crentes na conjuntura sociológica na pós-modernidade?

Pr. Antônio Gilberto - Em primeiro lugar, o que é pós-modernidade, no sentido bem popular? É o predomínio do humanismo, (não estou falando de humanitarismo, estou falando de humanismo). E o que é humanismo em filosofia? É o homem ser o centro e Deus jogado fora. É isso que o mundo, inclusive o Brasil vive. E como começou isso? Começou há décadas, logo depois da Segunda Guerra Mundial. Então não é o humanitarismo, porque este é uma coisa maravilhosa, eu estou falando de humanismo. E o que é humanismo, onde está na Bíblia? 2 Timóteo 3, está bem claro isso lá, como sinal da vinda de Cristo. O homem passa a ser o centro de tudo e Deus na periferia jogado fora. E pode ver, a sociedade chegou nesse ponto. Nem na igreja Católica, eles vão à missa só pra marcar ponto, nem sabem quem é o vigário, acabou. A igreja Católica hoje vive somente de forma.

Então qual o posicionamento do pastor diante das mudanças dos crentes na conjuntura sociológica na pós-modernidade? Pós-modernidade é um movimento filosófico de inspiração satânica que começou logo depois da Segunda Guerra Mundial, por volta do ano de 1947.
E qual é a filosofia? O homem é o centro de tudo. Pode-se ver, colégio, faculdade, fábrica e tudo. E Deus? Jogado fora, nem é mencionado.

E no passado? Não, no passado pelo menos em teoria, hoje nem em teoria. E o que é que diz a Bíblia lá nas epístolas? Moralmente o mundo irá de mal a pior. Tecnicamente não. Quem é que não sabe que tecnicamente o mundo está se tornando uma maravilha? São satélites, computadores, é uma benção. Mas moralmente, irmãos queridos, não vai mudar, vai piorar. Mas essa nova geração, e escola, e programas do governo, as associações? Não dá em nada, a Bíblia diz, irá de mal a pior. Em que sentido? Moralmente. Graças a Deus que a igreja está na terra pregando o Evangelho, só que a igreja tem que tomar cuidado pra se manter renovada, e isso custa um preço porque o humanismo, ou seja, o pós-modernismo tomou conta da sociedade e principalmente da juventude. Deus tenha misericórdia da juventude! O irmão Edenin Pontes Neto tem 22 anos, essa idade é difícil. Então um jovem como o irmão, na igreja, devemos levantar as mãos não sei quantas vezes para o céu e louvar a Deus.

Quando eu estive na Escandinávia, pouco tempo em viagem de pesquisa, mas ninguém sabia, os irmãos sabem que foi a Escandinávia que evangelizou a América do Sul, muita gente pensa que foi só o Brasil, na época eles mandaram missionários também para a Argentina, Peru, Chile, Colômbia, nós somos brasileiros destacamos o Brasil. Os irmãos sabem disso, que vieram da Escandinávia, da Suécia, da Finlândia, da Noruega. E vejam, claro que eu estou repartindo isso porque os irmãos são obreiros, se fossem novos convertidos eu não compartilharia isso. Na nossa despedida lá, o pastor da Igreja Filadélfia, pastor Scott, nome bem difícil dele, um pastor ainda bem jovem, disse:
- “irmão Antônio Gilberto, eu gostaria de saber como será sua volta”.
Eu disse: “eu tenho que pegar um vôo às 16 horas para Berlim e preciso estar liberado, enfim, até a hora do almoço”.

Ele disse: “Olha, eu vou convocar hoje à noite, domingo, o ministério pra uma despedida, com um café, uma palavra da parte do irmão”.
Eu falo um pouquinho de sueco, era pra falar melhor, mas a gente perde o controle. O sueco é muito parecido com o inglês, o finlandês é mais parecido ainda. Bom, veja só o que aconteceu: no momento certo eu estava numa sala muito bonita, aproximadamente uns 60 homens e mulheres, diáconos, etc. Eu compartilhei um texto bíblico, ele apresentou os obreiros que eram obreiros-chave, logo em seguida ele disse:
- “Meus irmãos, o irmão Gilberto ele precisa se organizar para viajar, agradeço os irmãos por terem vindo, tiramos foto, agora eu dispenso os irmãos, por favor, deixem o recinto calmamente”.
Ele chegou pra mim e disse:

- “Irmão Gilberto, eu preciso, eu e minha esposa que está aqui, ficar alguns minutos com o irmão antes do irmão ir para o hotel”.
Então os obreiros se despediram, nos abraçamos ali, tiramos fotos e foram embora. Logo que saíram, ele disse:

- “Vamos para o meu gabinete”.

E quando chegamos lá no gabinete ele disse:

- “Olha irmão Gilberto, fomos nós”. Ele disse isso com os olhos lacrimejando e com a voz embargada.
- “Irmão Gilberto, o irmão bem sabe que fomos nós que no século passado, a Escandinávia, principalmente a Suécia, que Deus abalou o país, batizou com o Espírito Santo levantou aquela igreja poderosa e uma das primeiras coisas foi mandar missionários, e missionários para o Brasil, Daniel Berg e Gunnar Vingren e dezenas de outros”. Deus os abençoou que levantaram aquela obra no Brasil e depois vieram os missionários americanos, enfim. Aquilo me doeu. De fato nós estamos pecando.
Ele disse isso comovido:

- “A gente nota irmão Antônio Gilberto, ida e volta de obreiros do Brasil pra América, para o Canadá e nós aqui abandonados”. Então com lágrimas nos olhos ele disse: “Venham nos socorrer!”
Aquilo me doeu, eu não agüentei e chorei também. “Venham nos socorrer!” Mas, meu irmão em que sentido?

Ele disse: “Jejuem por nós, jejuem por nós, morram por nós num certo sentido”.
Está difícil a situação na Escandinávia. Agora o pós-modernismo está uma maravilha lá, entre aspas. Então, irmãos, significa que Jesus está voltando. Isso serve para gente botar as barbas de molho [...]  

A Entrevista completa pode ser lida no link:

Os Assembleianos e a Leitura da Bíblia de Estudo Pentecostal


Por João Cesário Leonel Ferreira 

Os protestantes brasileiros, desde sua inserção no Brasil em meados do século XIX até início dos anos 1980, praticavam não apenas a leitura da Bíblia, mas também tinham à disposição interpretações particulares segundo os vários segmentos denominacionais mediante sermões ouvidos ou lidos, livros de interpretação bíblica ou mesmo de obras biográficas nas quais os protagonistas demonstravam, em seu exemplo de vida, a interpretação prática de textos da Bíblia.

Do ponto de vista da leitura, o leitor relacionavase com um texto aberto, o bíblico, diante do qual buscava sentidos a partir de suas vivências e contexto religioso. A interpretação específica da denominação era externa ao texto, e, dessa forma, a distância permitia maior liberdade de análise ao leitor. Com o surgimento das bíblias de estudo, a situação começa a mudar. Agora o texto bíblico traz junto de si paratextos que procuram direcionar seu sentido. Do ponto de vista teórico e prático, o leitor é alvo de coerção sob uma leitura que é voltada a determinados fins. No caso da BEP, o alvo é tornálo conhecedor e praticante dos conteúdos bíblicos que definem e orientam o cristão pentecostal assembleiano.


Nota: O título desta postagem é do editor do blog e as palavras contidas no corpo é parte das “considerações finais” do artigo original. 

Liderança Cristã e Comunicação

Por Francikley Vito 


A liderança cristã tem sido apreciada, em anos recentes, graças a homens como John R. Mott (1865-1955). Alguns estudiosos chegam a considerar que Mott era o líder cristão mais respeitado mundialmente em seu tempo. No ano de 1946 o trabalho de John Mott foi coroado com o Prêmio Nobel da Paz, como reconhecimento por seus esforços. Cristão metodista, Mott dizia que um “líder é o homem que conhece o caminho e sabe manter-se à frente, trazendo outros após si”. Quando consideramos as palavras do líder americano, percebemos que não é qualquer pessoa que pode ser chamada de líder, pois um verdadeiro líder é aquele que traz as pessoas “após si” para que essas pessoas, e ele mesmo, possam alcançar determinado objetivo. Sendo assim, não se pode elevar qualquer pessoa a uma posição de liderança; pois, se o fizermos, corremos o risco de não chegarmos a objetivo algum. Um líder que não sabe para onde está indo e nem como chegar a determinado lugar, pode ser tido como um condutor cego (Mt 15.14).

Para ser um líder que recebe, em seu ministério, o reconhecimento do povo, o respeito da Igreja e a aprovação de Deus, o indivíduo precisa, em sua caminhada, cultivar algumas características indispensáveis para seu crescimento pessoas e para ser bem quisto daqueles que estão com ele, a saber: Compromisso, com Deus e com Sua Palavra; autodomínio, ser senhor de suas emoções; caráter, agir na presença de outrem como se estivesse na presença do próprio Deus; amabilidade, demonstrar amor e respeito aos seus liderados, ete. Existe, contudo, uma característica que é absolutamente indispensável para aquele que quer se desenvolver como um grande líder, sendo ele cristão ou não, ou seja: A boa comunicação. Não há como liderar sem ter uma boa comunicação; assim como não há como determinar o que é possível fazer quando se conhece o poder de uma comunicação eficaz. Pelo uso da retórica, homens sem o mínimo de caráter se tornaram grandes vultos na história; pelo discurso, reinos foram destruídos sem necessidade de espadas ou quaisquer outras armas e pela eficácia da comunicação, guerras foram declaradas baseadas em ameaças que nunca foram comprovadas. Pela boa comunicação uns se tornam condutores, outros são conduzidos.

A capacidade que todo ser humano tem de se comunicar com o seu semelhante é um dom, um presente, que deve ser recebido e aperfeiçoado no percurso do exercício da liderança. Pela comunicação as pessoas compartilham suas experiências, sentimentos, pensamentos e, principalmente, suas crenças; “sem a comunicação cada pessoa seria um mundo em si mesmo” (Bordenave, O que é comunicação, p.36). Se considerarmos que só é possível melhorar o que se conhece, cabe a nós saber o que é comunicação e como ela pode ajudar no exercício de uma boa liderança, em especial a liderança cristã.

Se usarmos um bom dicionário de língua portuguesa, veremos que são inúmeras as definições possíveis para o substantivo comunicação em seus vários usos; desde “o ato de comunicar” até um “processo que envolve a transmissão e a recepção de mensagens entre uma fonte emissora e um destinatário receptor, no qual as informações, transmitidas por intermédio de recursos físicos (fala, audição, visão etc.) ou de aparelhos e dispositivos técnicos, são codificadas na fonte e decodificadas no destino com o uso de sistemas convencionados de signos ou símbolos sonoros, escritos, iconográficos, gestuais etc.” (Houaiss, 2011). Para aquilo que nos propomos a mostrar, entendemos que a melhor definição para comunicação é aquela que vem do étimo da palavra em latim (communicatìo,ónis), isto é,  “tornar comum, partilhar”. Portanto, comunicação é o ato de tornar conhecido, ou comum, ao outro aquilo que alguém sabia, ou aquilo que só era crido (conhecido) por um número reduzido de pessoas. É partilhar suas crenças e valores com alguém que não as tinha ou não queria tê-las. É fazer com que outros acreditem naquilo que é realidade para um. Daí o porquê diz os escritos cristãos que “a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17). É pela comunicação que aprendemos hábitos, valores e crenças. Essa é a razão pela qual a mensagem que os cristãos pregavam foi comumente chamada, em anos posteriores, de evangelho, cujo significado é boa notícia.

O líder que pretende ser reconhecido como tal, precisa entender que a comunicação é um instrumento para modificar os significados que cada pessoa atribui a determinada coisa, crença ou comportamento. O homem é um ser social e, para melhor conviver no meio em que vive, ele precisa se comunicar com o seu semelhante; sem essa comunicação não haveria aprendizado e, consequentemente, não haveria crescimento. O líder deve se esforçar para melhor se comunicar; honrando, assim, a si mesmo e aqueles que são seus liderados. Como bem disse o escritor cristão Dennis F. Kinlaw: “O chamado que nós, os pregadores, recebemos não é o de trabalhar para Deus, mas trabalhar com Deus” (Pregação no Espírito, p. 38). Essa verdade de que o cristão trabalha com Deus, deve ser aplicada não só a pregadores, mas a todos os cristãos e, principalmente, àqueles que desempenham o ato de liderança cristã. O líder deve ser, em todas as coisas, exemplo para os seus liderados, inclusive no modo como se comunica, como fala (Tt 2.8). Portanto, aperfeiçoar a sua liderança depende em grande medida do aperfeiçoamento da sua comunicação, do seu falar. Comunicar-se melhor é falar melhor. Isso, porém, não é o mesmo que falar muito; falar melhor é saber o que se fala e quando se deve falar. Todos tem a dádiva da comunicação, mas são poucos os que sabem usar desse dom de maneira clara e eficiente. A boa liderança depende da boa comunicação, sem a segunda não haverá a primeira. 

Seria a Preguiça Biblicamente um Pecado?

Uma das coisas que sempre me preocupou na vida cristã é a ideia de que a preguiça é apontada nas Escrituras como um pecado, principalmente no escritos sapienciais. Lembro-me que, de vez em quando, ouvia alguns irmãos lerem (com certo grau de orgulho) as passagens bíblicas que falavam dos males que a preguiça pode acarretar a vida daqueles que se deixam dominar por ele. O que ninguém parecia ter vontade de explicar era o que é preguiça, talvez pelo fato de pensar, erradamente, que todo mundo no auditório tinha uma ideia clara sobre o que era e de como a preguiça se manifestava. Para ajudar aqueles que, como eu, querem entender o sentido real desta palavra tão obscura, posto esse áudio; que é uma explicação enriquecedora sobre o que é e qual as mazelas do pecado da preguiça na vida cristã. O professor é o Pe. Paulo Ricardo, apresentador do programa Respostas Católicas.
 
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